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26/04 - Enel volta a elevar oferta pela Eletropaulo após proposta da Neoenergia
Nova proposta representaria um desembolso de até cerca de R$ 5,39 bilhões.  A italiana Enel elevou novamente nesta quinta-feira (26) sua oferta pública pela aquisição até da totalidade das ações da distribuidora de energia paulista Eletropaulo, a maior do Brasil em faturamento, para R$ 32,20 por papel da empresa, segundo comunicado da companhia ao mercado. A nova proposta, que representaria um desembolso de até cerca deR$ 5,39 bilhões, vem após lance de R$ 32,10 por ação apresentado na noite de quarta-feira pela rival dos italianos até o momento pelo negócio, a Neoenergia, controlada pelo grupo espanhol Iberdrola. A briga das gigantes europeias pela distribuidora, que tem como uma das principais acionistas a norte-americana AES, representa uma disputa também pela liderança no Brasil. Qualquer uma das duas vai se tornar o maior agente de distribuição de eletricidade do país em caso de sucesso na transação, superando a CPFL, da chinesa State Grid. Disputa pela Eletropaulo As propostas pela Eletropaulo começaram no final de março, com a própria Enel, que se ofereceu a participar de uma oferta primária em preparação pela empresa. Depois, a brasileira Energisa fez uma oferta pública de aquisição, a R$ 19,38 por ação da distribuidora, o que iniciou a guerra de lances que se arrasta até agora. A oferta na mesa pela companhia neste momento é cerca de 66 por cento superior ao primeiro lance público, da Energisa. Em meio à disputa, as ações da Eletropaulo acumulam alta de mais de 80% apenas no mês de abril. Às 12h19, subiam mais de 7% na sessão, a R$ 32,95. Um leilão em que as propostas oferecidas por cada empresa serão apresentadas para decisão dos acionistas da distribuidora está agendado para 18 de maio. No evento, os proponentes ainda poderão fazer novos lances de preço. A Eletropaulo, responsável pela distribuição de energia na região metropolitana de São Paulo, tem ainda como importante acionista o braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDESPar). As ofertas pela empresa começaram após notícias de que a AES e o BNDESPar poderiam vender suas fatias na companhia por meio de uma oferta primária e secundária de ações. No Brasil, a Enel controla distribuidoras de energia no Rio de Janeiro, Ceará e tem ativos em geração e transmissão. Já a Neoenergia tem distribuidoras na Bahia, Rio Grande do Norte, Pernambuco e interior de São Paulo, além de negócios em transmissão e geração, incluindo uma fatia na enorme hidrelétrica de Belo Monte.
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26/04 - Bradesco passará a atender clientes via Whatsapp
Solução já está em teste piloto com grupo de clientes; transações financeiras não serão permitidas a princípio.  Solução de atendimento de atendimento a clientes via WhatsApp do Bradesco Bradesco/Divulgação O Bradesco vai começar a atender clientes por meio do WhatsApp. A solução já está sendo testada em projeto piloto para um grupo de clientes, segundo o banco, e deve ser ampliada ao longo do primeiro semestre. Também já está disponível para os correntistas de agências digitais e do banco digital Next. A ferramenta usa a assistente virtual BIA (Bradesco Inteligência Artificial) que roda com a tecnologia Watson, da IBM. De acordo com o Bradesco, será possível conversar com gerentes diretamente pelo aplicativo ao longo dos próximos meses. Transações financeiras não serão permitidas por enquanto. Os clientes serão convidados pelos gerentes a cadastrar o número do telefone do banco nos contatos de seu celular. Ainda conforme o banco, é a primeira vez que uma instituição financeira vai usar a solução corporativa do WhatsApp. O serviço também será oferecido aos clientes das agências digitais e para todos os clientes Next, banco digital do Bradesco. “É fato que o WhatsApp faz parte do dia a dia de muita gente e é a maior plataforma de mensageria do mundo, com uma penetração altíssima no Brasil. Sabemos que quem escolhe o canal de relacionamento com o Banco é o próprio cliente e acreditamos que grande parte deles, após receber o convite do gerente, vai optar por se relacionar também através do aplicativo”, afirma em nota Luca Cavalcanti, diretor executivo de Pesquisa e Inovação do Bradesco.
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26/04 - Imposto de Renda 2018: como declarar um consórcio contemplado sem que o bem tenha sido adquirido?
Especialista responde dúvidas de leitores do G1 sobre a declaração do IR. O G1 recebeu perguntas de leitores sobre a declaração do Imposto de Renda de 2018, e pediu ajuda a especialistas para responder às questões dos contribuintes diariamente. Clique aqui para baixar o programa da Receita Federal para preencher a declaração SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2018 Veja abaixo resposta de Alan Martins, professor de Direito Tributário do CERS Cursos Online, para pergunta sobre a declaração de um consórcio. Imposto de Renda no G1 Ilustração: Karina Almeida/G1 “Tenho um consórcio de automóvel que foi contemplado em 2017, mas ainda não adquiri o bem até agora. Como eu declaro?” Resposta: “A forma de declarar é muito parecida do que a de quem ainda não foi contemplado. A pessoa contemplada no consórcio em 2017, mas que não utilizou a carta de crédito naquele exercício, deve declarar os valores já pagos na ficha Bens e Direitos da Declaração de Ajuste Anual. Só que, diferente do consórcio ainda não contemplado, em que a informação é declarada sob o Código 95 (‘Consórcio não contemplado’), no caso de consórcio contemplado sem que a carta de crédito tenha sido utilizada o direito deverá ser declarado sob o código 99 (‘Outros Bens e Direitos’).” Veja vídeo abaixo com passo a passo para declarar imposto de renda: Imposto de Renda: veja passo a passo como fazer a declaração Initial plugin text
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26/04 - Governo enviará ao Congresso projeto que destina R$ 1,3 bilhão para cobrir dívida de Venezuela e Moçambique, diz Marun 
Dívida se refere a um mecanismo que garante pagamento em operações de importação e exportação feitas entre os países. O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmou nesta quinta-feira (26) que o governo vai enviar um projeto ao Congresso para garantir cerca de R$ 1,3 bilhão do Orçamento para o pagamento de garantias ligadas a exportações e que deixaram de ser pagas pela Venezuela e por Moçambique. Em crise política, econômica e social, a Venezuela tem atrasado pagamentos referentes a essa garantia, que é dada pelo Tesouro Nacional a empresas brasileiras que exportam para aquele país. A garantia é dada dentro do Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) da Associação Latinoamericana de Integração (Aladi), da década de 1980. Os bancos centrais dos países signatários oferecem a garantia de que empresas exportadoras vão receber o pagamento por vendas feitas entre eles. O objetivo é incentivar o comércio entre esses países. No caso de uma exportação de empresa do Brasil para a Venezuela no âmbito do CCR, portanto, os bancos centrais dos dois países garantem que o vendedor brasileiro receba pelo produto ou serviço, mesmo em caso de não pagamento pelo comprador venezuelano. Não é toda exportação que conta com essa garantia – somente aquelas feitas dentro desse convênio. Em maio, o BC brasileiro decidiu suspender a garantia dada a empresas brasileiras nas exportações de bens e serviços à Venezuela dentro do convênio devido ao calote daquele país. Ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun Reprodução/TV Morena Prazo é 8 de maio "Nós redigiremos e apresentaremos entre hoje (quinta) e amanhã (sexta, 27) um PLN que vai garantir cerca de R$ 1,3 bilhão, R$ 1,2 bilhão, para que o fundo garantidor possa honrar com esses compromissos, que infelizmente não foram honrados por esses países, Venezuela e Moçambique”, disse Marun a jornalistas. De acordo com ele, o Brasil precisa cobrir, somente de dívida da Venezuela, cerca de US$ 270 milhões até 8 de maio. Ele assegurou que o país dispõe dos recursos, porém precisa da previsão do pagamento no orçamento. O ministro discutiu o assunto em uma reunião no Palácio do Planalto, na manhã desta quinta, com o presidente Michel Temer, os líderes do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e no Senado, Romero Jucá (MDB-RR) e outros parlamentares aliados. Marun espera que o projeto que será enviado pelo governo seja aprovado em sessão do Congresso na próxima quarta-feira (2). "O não pagamento teria consequências completamente indesejáveis, o Brasil se tornaria até inadimplente perante a banca internacional", completou. O presidente Michel Temer pede apoio do Congresso para votação do projeto na próxima semana
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26/04 - Crédito bancário sobe 0,6% em março, mas registra queda no 1º trimestre, diz BC
Saldo total de empréstimos foi de R$ 3,08 trilhões em março. Apesar da queda no trimestre, BC estima alta de 3,5% para o crédito bancário em 2018. O crédito bancário registrou crescimento de 0,6% em março, para R$ 3,08 trilhões, informou o Banco Central nesta quinta-feira (26). Entretanto, no primeiro trimestre deste ano, houve uma queda de 0,3% no saldo total de empréstimos das instituições financeiras. Juro do cartão de crédito e do cheque especial sobe em março Aposta do BC para ajudar a reduzir juro bancário, fintechs crescem, mas ainda têm parcela pequena do crédito Segundo o BC, as operações com pessoas físicas registraram crescimento de 0,7% no mês passado. Houve aumento no crédito para compra de veículos (+1,2%) e no crédito não consignado (+1,3%). Já as operações de crédito livre com pessoas jurídicas cresceram 2,1% em março, impulsionadas por descontos de duplicatas (1,1%), financiamentos de exportações (1,9%) e antecipação de contrato de câmbio (8,6%). "Nos recursos direcionados, apesar da estabilidade do saldo no mês, destaca-se a redução de 1,1% nos financiamentos de investimentos do BNDES, mantendo tendência observada desde dezembro de 2015", acrescentou o Banco Central. Para 2018, a previsão do Banco Central é de que o estoque de crédito bancário registre aumento de 3,5%. A estimativa para o crescimento dos empréstimos com recursos livres (sem contar crédito imobiliário, rural e BNDES) é de 6% para este ano.
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26/04 - Juro do cartão de crédito e do cheque especial sobe em março
Taxa média do cheque especial passou de 324,1% para 324,7% ao ano e, do rotativo do cartão, de 332,4% para 334,5% ao ano, informou o Banco Central. Os juros médios cobrados pelas instituições financeiras no cheque especial e no cartão de crédito rotativo registraram alta em março, informou o Banco Central nesta quinta-feira (26). A taxa média do cheque especial, de acordo com a instituição, passou de 324,1%, em fevereiro, para 324,7% ao ano em março. Já o juro médio do cartão de crédito rotativo subiu de 332,4%, em fevereiro, para 334,5% ao ano em março. O aumento das taxas cobradas nessas modalidades de crédito acontece em um cenário de redução da taxa básica da economia, a Selic, que hoje está na mínima histórica de 6,5% ao ano. A expectativa do mercado é de que a taxa recue novamente em meados de maio, para 6,25% ao ano. No ano passado, o governo chegou a anunciar medidas para reduzir os juros do rotativo do cartão de crédito, que até caíram, mas continuam acima dos 300% ao ano. Já no início deste mês, a federação que representa os bancos no país anunciou novas regras para uso do cheque especial, mas elas só entram em vigor em julho. A recomendação de economistas é que os clientes bancários não usem essas modalidades de crédito ou que as utilizem por um período de tempo muito limitado. Juros bancários médios e inadimplência Apesar do aumento dos juros bancários nas operações com cheque especial e cartão de crédito rotativo, os números do BC mostram que houve queda nos juros das instituições com recursos livres (sem contar BNDES, crédito rural e imobiliário) em março. A taxa média total (pessoa física e jurídica) passou de 42,2% ao ano em fevereiro para 41,4% ao ano em março. os juros nas operações com pessoas físicas caíram de 57,7%, em fevereiro, para 57,2% ao ano, em março; a taxa cobrada das empresas recuou de 22,2% para 21,2% ao ano na mesma comparação. O Banco Central também informou que houve queda da inadimplência nas operações com recursos livres, que passou de 5% em fevereiro para 4,8% em março. Se consideradas apenas pessoas físicas, a inadimplência recuou de 5,1% para 5%, entre fevereiro e março, e, no caso das empresas, passou de 4,8% para 4,4%, nesta comparação. Spread bancário recua Como os juros bancários médios recuaram em março, apesar da alta de algumas modalidades de crédito, o chamado "spread bancário" (diferença entre o que os bancos pagam pelos recursos e o que cobram de seus clientes) também caiu no mês passado. No caso das operações com pessoas físicas, o "spread" recuou 0,2 ponto percentual em março, para 49 pontos. Mesmo assim, esse índice ainda é elevado quando comparado à média praticada pelos bancos em outros países. O "spread" é composto pelo lucro dos bancos, pela taxa de inadimplência, por custos administrativos, pelos depósitos compulsórios (que são mantidos no Banco Central) e pelos tributos cobrados pelo governo federal, entre outros. No ano passado, o lucro dos maiores bancos cresceu 14,6%. Dados do BC mostram que os quatro maiores conglomerados bancários - Itaú-Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal - detinham, no fim de 2017, 78% de todas as operações de crédito feitas por instituições financeiras no país e também 76% dos depósitos.
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26/04 - Por que o preço do petróleo voltou ao valor mais alto em 3 anos
Temores de uma possível retomada de sanções econômicas ao Irã por parte dos Estados Unidos podem estar por trás de recente aumento de preço para US$ 75 o barril. Vista da refinaria da companhia de petróleo Pemex em Cadereyta, no México Reuters/Daniel Becerril O barril de petróleo chegou a US$ 75 esta semana, o equivalente a R$ 261 e o maior preço em quase três anos e meio. A mais recente alta vem com a crescente preocupação nos mercados sobre a eventual imposição de sanções econômicas ao Irã por parte dos Estados Unidos. O preço de US$ 75 confirma uma tendência de alta que pode continuar, segundo diferentes análises. O prazo para a renovação do acordo nuclear entre o Irã e seis potências vence em 12 de maio, e se Washington decidir se retirar do acordo, pode haver uma restrição na oferta de petróleo e os preços subirem ainda mais. O papel do Irã é fundamental na oferta mundial de petróleo porque o país é o terceiro maior produtor da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opec). Os avisos de Trump O preço do "ouro negro" tem subido, na realidade, desde que no ano passado os 14 países que fazem parte da Opec - além de outros produtores como a Rússia - decidiram restringir a produção, um acordo que se estenderia até o final deste ano. Analistas e agentes que negociam no mercado, como a Tamas Varga, corretora da empresa PVM, acreditam, no entanto, que a suposição de que Donald Trump se retirará do acordo nuclear é a principal razão por trás do aumento mais recente no preço. "Todas as apostas indicam que os Estados Unidos não permanecerão no acordo", diz Varga. Trump disse que se seus aliados europeus não consertarem o que ele chama de "falhas graves" do acordo nos próximos dias, ele voltará a impor sanções ao Irã. As outras potências signatárias do acordo com o Irã - Reino Unido, França, Alemanha, Rússia e China - querem mantê-lo por considerarem que ele conseguiu interromper o avanço do programa nuclear iraniano. Stephen Innes, corretor que negocia petróleo na empresa Oanda, acredita que a imposição de sanções elevaria o preço para muito além de US$ 75 o barril. Campo de petróleo em Vaudoy-en-Brie, na França Christian Hartmann/Reuters Os riscos de uma escalada Uma escalada de preços do petróleo pode afetar o crescimento da economia global, alertaram os analistas. Um dos efeitos mais diretos que um aumento pode ter é fazer a inflação disparar, forçando os bancos centrais a aumentar as taxas de juros mais rápido do que tinham previsto. Esse cenário significaria uma desaceleração no investimento das empresas, no gasto das pessoas e no mercado de ações. Entidades como o JP Morgan e o Barclays aumentaram suas projeções de alta para o valor do petróleo bruto, enquanto o Morgan Stanley manifestou preocupação pelas eventuais pressões inflacionárias. Embora a redução da produção da Opec tenha diminuído as reservas petrolíferas, os Estados Unidos compensaram parcialmente essa baixa com um aumento em sua produção, ainda que não em escala suficiente para manter o valor do hidrocarboneto. Por outro lado, a demanda na Ásia - a região do mundo que mais consome petróleo bruto - chegou a níveis recordes, levando à abertura de refinarias na China e no Vietnã. E são os EUA que detém praticamente nas mãos o futuro do acordo nuclear, e, assim, do preço do petróleo e do futuro da economia.
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26/04 - Bovespa sobe com exterior tranquilo em dia de bateria de resultados
Na véspera, o índice caiu 0,5%, a 85.044 pontos. O principal índice de ações da B3 avançava na manhã desta quinta-feira (26), diante de um quadro mais positivo no exterior e com agentes financeiros também analisando uma bateria de resultados corporativos, incluindo os balanços da Vale e do Bradesco. Às 11h35, o Ibovespa subia 0,72%, a 85.655 pontos. Veja mais cotações. Na véspera, o índice caiu 0,5%, a 85.044 pontos. Destaques Perto das 11h35, Multiplan ON liderava as altas dentro do Ibovespa, com valorização de 3,94%, após divulgar na véspera crescimento de quase 81% no lucro líquido do primeiro trimestre, a R$ 98,1 milhões. Bradesco PN estava entre as mais negociadas, com queda de 0,03%. O banco anunciou nesta quinta-feira um crescimento de 10% no lucro líquido do primeiro trimestre, a R$ 4,467 bilhões. Vale ON tinha leve alta de 0,21%. A mineradora divulgou na véspera uma queda de 35% no lucro líquido do primeiro trimestre, a R$ 5,1 bilhões. Petrobras PN subia 1,93%, enquanto Petrobras ON 1,7%.
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26/04 - Acesso à internet pela TV cresce 40% em 2017, aponta IBGE
Em um ano, aumentou de 63,6% para 70,5% o total de domicílios no país com acesso à rede. Tabletes e computadores perdem participação entre os internautas, enquanto cresce uso de celulares e smart TVs. Pesquisadora atribui desligamento do sinal analógico da TV ao aumento no uso de smart TVs e, conseguentemente, ao crescimento de acesso à internet pela telona. Celso Tavares/G1 O número de domicílios com acesso à internet pela televisão cresceu 40% em 2017, para 7,43 milhões. Os dados são de pesquisa divulgada nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento mostrou, também, que segue em expansão o uso de celular como meio de navegação na rede, enquanto cai o uso de tabletes e microcomputadores. A proporção de domicílios com TV teve uma leve queda, mas o aparelho ainda está presente em 96,8% das residências brasileiras. A TV conectada, no entanto, está em expansão. Em 2016, 7,7% dos domicílios brasileiros tinham TV com acesso à internet, número que subiu para 10,6% em 2017. Brasileiros acessam mais internet pela TV, revela IBGE Já o percentual de domicílios com celular conectado saltou de 60,3% para 69%. No ano passado, 48,15 milhões de famílias brasileiras acessavam a internet pelo celular, uma alta de 15%. A pesquisa mostrou, ainda, que se mantém no país a tendência de internautas abandonarem os microcomputadores, seja desktop ou notebook, e tabletes para acesso à internet. O percentual de domicílios com microcomputadores (desktop e notebooks) sendo usados para acesso à internet caiu de 40,1% para 38,8% entre 2016 e 2017, enquanto o de tablets caiu de 12,1% para 10,5%. Casas no Brasil têm menos TVs e mais celulares Alexandre Mauro/G1 Avanço das smart TVs Para a gerente da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, o acesso à rede via tablet pode estar migrando para a televisão. “Com essa troca das TVs de tubo pelas Smart TVs, por causa do desligamento do sinal analógico, esses acessos que se faziam em casa pelo tablete podem ser feitos agora pela televisão”, avalia a pesquisadora do IBGE. A mudança no padrão dos smartphones também é sugerida como uma das causas para as pessoas aposentarem os tablets. “Existem celulares que já têm um tamanho, em polegadas, já bem grande”, apontou Maria Lúcia. Questionada se a pesquisa aponta para uma mudança de hábito no consumo de conteúdo online, Maria Lúcia destacou que ela reforça o que outro levantamento do IBGE já apontou: vídeos são o segundo principal conteúdo acessado na rede. “A gente não está investigando nesta pesquisa o que as pessoas fazem [quando acessam a internet] Mas outra pesquisa que a gente divulgou mostrava que a maior parte do acesso pelo celular é para o envio de mensagem e a segunda motivação para acessar a internet seria ver vídeos e filmes”. 70% dos domicílios conectados Em 2017, o acesso à internet passou a estar presente em 70% dos domicílios brasileiros, contra 63,6% um ano antes. Isso significa que 49,2 milhões de residências estavam conectadas à rede de computador no ano passado, alta de 12% em relação ao ano anterior, quando 44 milhões de domicílios tinham internet. Até 2013, menos da metade dos domicílios brasileiros tinham acesso à internet. Somente em 2014 o país ultrapassou a marca de 50% dos lares conectados. “O acesso à internet continua aumentando, especialmente por celulares e pela televisão. É uma novidade o acesso pela TV ter superado o de tabletes”, enfatizou a gerente da pesquisa do IBGE, Maria Lúcia Vieira.
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26/04 - Crise hídrica reduz frequência de abastecimento de água no país, aponta IBGE
Disponibilidade diária de água caiu em 15 das 27 UFs em 2017. Dentre as cinco regiões do país, somente a Sudeste registrou aumento na frequência de fornecimento diário de água. Técnico da Caesb espera para girar válvula de registro e liberar o fluxo de água Luiza Garonce/G1 Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que 15 das 27 Unidades da Federação do país tiveram reduzida a disponibilidade diária de água fornecida pela rede geral ao longo de 2017. Dentre as cinco grandes regiões, somente a Sudeste registrou aumento da oferta do recurso hídrico. De acordo com o levantamento, feito a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), 86,7% dos domicílios de todo o Brasil contaram com o fornecimento de água diariamente em 2017. Na comparação com o ano anterior, houve uma redução de 0,6 ponto percentual nesta frequência. O IBGE destacou que não há dados anteriores a 2016 que sejam comparáveis para se poder analisar uma série histórica desta disponibilidade hídrica. Dentre as cinco grandes regiões do país, somente a Sudeste registrou aumento na disponibilidade diária de água. A maior redução foi observada na Região Centro-Oeste. Infográfico mostra ranking de abastecimento de água em 2017 Alexandre Mauro e Juliane Monteiro/G1 Segundo o IBGE, o fornecimento de água diariamente para o total de domicílios entre 2016 e 2017: aumentou de 93,3% para 94,8% no Sudeste caiu de 94,8% para 81,4% no Centro-Oeste caiu de 98,1% para 97,5% no Sul caiu de 88,2% para 88,1% no Norte caiu de 66,6% para 66% no Nordeste De acordo com a gerente da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, a redução da disponibilidade de água ter sido mais intensa no Centro-Oeste se explica por conta do racionamento implantado no Distrito Federal em janeiro de 2017. Conforme o levantamento, o total de domicílios que recebiam água diariamente no DF caiu de 99,7% em 2016 para 43,3% em 2017. “Ou seja, mais da metade dos domicílios que contavam com abastecimento diário foram afetados pelo racionamento”, enfatizou a pesquisadora. Amapá foi onde se observou a segunda maior redução do percentual de domicílios abastecidos diariamente: caiu de 96,8% para 81,8% no período. Os estados que registraram redução na oferta diária de água foram: Alagoas Amapá Bahia Distrito Federal Goiás Mato Grosso do Sul Minas Gerais Paraná Pernambuco Piauí Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul Santa Catarina Sergipe Tocantins “A gente já vê sendo noticiado aos quatro ventos a necessidade de se economizar água há bastante tempo”, lembrou a pesquisadora. Dentre os 12 estados que registraram aumento na disponibilidade diária de água entre os seus domicílios, o que registrou maior aumento da oferta foi o Espírito Santo. A pesquisadora observou que o estado capixaba teve, em 2017, quase a totalidade dos domicílios abastecidos diariamente. Os estados que tiveram aumento da disponibilidade diária de água foram: Acre Amazonas Ceará Espírito Santo Maranhão Mato Grosso Pará Paraíba Rio de Janeiro Rondônia Roraima São Paulo Canalização X oferta de água A pesquisadora do IBGE, Maria Lúcia Vieira, ressaltou que o Brasil já tem quase a totalidade de seus domicílios (97,2%) com água canalizada. Todavia, isso não significa que a canalização esteja conectada à rede geral de distribuição. Entre o total de domicílios do país, 85,7% tinham a rede geral como fonte de abastecimento de água, enquanto 6,6% dependiam de poço artesiano, 3,3% de poços rasos, 2,1% de fontes ou nascentes e 2,3% tinham outra fonte de abastecimento. Além disso, observou Maria Lúcia, ter a rede geral como fonte de abastecimento não garante disponibilidade de água. “No Nordeste, 80% dos domicílios têm a rede geral de distribuição, mas destes só 66% têm disponibilidade diária. Enquanto isso, o Norte tem 59,2% dos domicílios ligados à rede, mas destes 88,1% tem disponibilidade diária”, apontou a pesquisadora.
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26/04 - Em meio à crise, cresce o número de brasileiros que 'moram de favor', aponta IBGE
Entre 2016 e 2017 cresceu em 7% o total de domicílios ocupados mediante empréstimo no país. Aluguel aumentou somente 1,5% no mesmo período. Aumenta número de imóveis ocupados por quem ‘mora de favor’ no país, aponta IBGE Com o orçamento reduzido em função da crise financeira, aumentou no Brasil o percentual de domicílios cedidos, ou seja, aqueles ocupados mediante empréstimo - condição popularmente conhecida como "morar de favor". É o que revela uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, entre 2016 e 2017 aumentou em 0,8% o total de domicílios no país. Isso significa que foram construídos 549 mil imóveis no período, chegando ao total de 69,8 milhões. Já o número de imóveis cedidos cresceu 7% no ano passado, passando de 5,6 milhões para 6 milhões, exatos 396 mil a mais. Na prática, 70% das novas residências do país passaram a ser classificadas nessa categoria. O avanço ocorreu em um período em que a economia brasileira está fraca e o número de desempregados chegou a superar 14 milhões em 2017. Entre as outras categorias de moradia, 147 mil residências a mais foram classificadas como casas própria e quitada (alta de 0,3%) no ano passado, enquanto outras 188 mil novas unidades foram alugadas (1,5% a mais). Houve uma redução de 184 mil unidades financiadas, cerca de 4,5% de queda em um ano. Ao analisar a condição de ocupação dos domicílios brasileiros em 2017, o IBGE constatou que: 67,8% eram próprios e já quitados 17,6% eram alugados 8,7% eram cedidos 5,6% eram próprios, mas ainda estavam sendo pagos 0,2% eram invadidos Veja a distribuição de domicílios por critérios de venda, aluguel e cessão no país em 2017 Juliane Monteiro e Alexandre Mauro/G1 Imóveis cedidos cresceram na crise Os imóveis cedidos são aqueles emprestados por terceiros, no qual nenhum dos moradores paga pela moradia. “O morador pode pagar apenas os gastos correntes, como condomínio e serviços como fornecimento de água e luz”, destacou a gerente da pesquisa, Maria Lúcia Vieira. Na pesquisa não entram os casos de pessoas que moram na casa com o proprietário. Está sendo analisada a condição de ocupação, e não de cada morador dentro dele. Maria Lúcia enfatizou que “é difícil entender esse movimento de aumento dos imóveis cedidos”. Isso porque, conforme salientou, a pesquisa não investigou as razões pelas quais o imóvel estava ocupado sob aquela condição. “Pode ser que tenha a ver com a crise [econômica], mas como a gente não pergunta por que a pessoa mora ali, ou mesmo há quanto tempo ela mora, fica difícil saber”, ressaltou a pesquisadora do IBGE. Ela explicou, no entanto, que o imóvel pode ter sido cedido por parentes, amigos ou até mesmo por empresas. “A Região Centro-Oeste, por exemplo, é a que concentra o maior percentual de imóveis cedidos. Sabemos que isso tem relação com o Distrito Federal, por causa do número de imóveis funcionais [que são destinados aos políticos]”, destacou. Deste total, 193 mil são localizados no estado de São Paulo. A gerente da pesquisa ressalvou, no entanto, que se trata do estado mais populoso e com o maior número de domicílios do país. Edícula na casa da amiga Aldeice Bezerra morou por quase um ano sem pagar aluguel até conseguir voltar a ter uma situação financeira melhor Arquivo pessoal Aldeice Bezerra, de 42 anos, deixou o aluguel para morar em uma edícula nos fundos da casa de uma amiga na Zona Norte de São Paulo no ano passado. Ela trabalhava como pintora de manequins em uma fábrica na Zona Leste, mas perdeu o emprego em 2016. Ela ficou sem condições financeiras para dividir o aluguel da ampla casa onde morava com outra amiga. Ambas desempregadas, entregaram o imóvel devendo vários meses de aluguel. Entraram em acordo com a imobiliária e dividiram o valor devido em 12 vezes. “Demos sorte ainda porque o dono do imóvel foi compreensivo com nossa situação”, diz. Foi nessa hora que veio a ajuda dos amigos. Ela se mudou para a edícula e combinou com a dona que ficaria sem pagar aluguel até que sua situação financeira voltasse ao normal. Após cerca de dois meses desempregada, conseguiu um emprego numa padaria com carteira assinada. Mas o salário que ganhava só dava para pagar dívidas acumuladas. Sua situação só melhorou no segundo semestre do ano passado, quando foi contratada como vendedora. Ela então passou a pagar um valor simbólico para a dona do imóvel e divide com ela as contas de água, luz, TV a cabo e internet. Aldeice considera que sua situação melhorou bastante, mas ainda sonha em ter seu cantinho. “Serei sempre grata por ter sido acolhida num momento tão difícil, mas sei que logo vou voltar a ter minha própria casa”, diz. Norte e Nordeste têm mais imóveis próprios já pagos A pesquisa do IBGE revelou, também, que as regiões Norte e Nordeste do país concentram o maior percentual de imóveis próprios já pagos do país – respectivamente 74,5% e 74,1% do total de domicílios de cada uma. O menor percentual de domicílios próprios já pagos é observado no Centro-Oeste (59%). No Sudeste, este percentual chega a 64,4% e no Sul a 68,3%. “Apesar das regiões Norte e Nordeste concentrarem os menores rendimentos, nelas os preços dos imóveis são mais baratos”, apontou a gerente da pesquisa, Maria Lúcia Vieira. Segundo ela, a redução do percentual de imóveis próprios ainda sendo pagos pode ter ocorrido “ou porque o financiamento foi quitado, ou porque a pessoa precisou entregar o financiamento”.
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26/04 - População que se declara preta mantém tendência de crescimento no país, aponta IBGE
Entre 2016 e 2017, 6% a mais se autodeclararam pretos, enquanto os que se declaram brancos diminuíram 0,6%. Pesquisa também reforça envelhecimento da população. Em um ano, o número de brasileiros que se declaram pretos subiu 6%, para 17,8 milhões, aponta pesquisa divulgada nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento reforça tendência observada desde 2015, quando os brancos deixaram de ser maioria no país. No mesmo período, entre 2016 e 2017, o número de autodeclarados pardos aumentou 1%, para 96,9 milhões, enquanto o total dos que se declaram brancos teve queda de 0,6%, para 90,379 milhões. “Essa tendência, de queda dos brancos e aumento de pretos e pardos , foi observada em todas as grandes regiões do país”, enfatizou a gerente da pesquisa Maria Lúcia Vieira. Se comparado com os dados de 2012, início da série histórica da pesquisa, o total de autodeclarados pretos e pardos aumentou, respectivamente, 21,8% e 7,7%, enquanto o de brancos reduziu em 2,4%. Mulher em manifestação pela valorização da estética afro-brasileira Reprodução/RBS TV “Esse movimento tem a ver tanto com as políticas de afirmação de cor, que motivam as pessoas a se reconhecerem com determinada cor ou raça, como pode ter influência até mesmo das políticas de cotas”, apontou Maria Lúcia. A miscigenação de raça, explica a pesquisadora do IBGE, não bastaria para justificar a mudança. “A miscigenação explicaria o aumento da população parda, não na autodeclaração da cor preta”, enfatizou. Entre 2016 e 2016, a população brasileira aumentou 0,8%, para cerca de 207 milhões de pessoas, segundo o IBGE. Diferenças geográficas A pesquisa mostra que a maior proporção de autodeclarados pretos está no Nordeste (10,5% da população), seguida pela Sudeste (9,3%). O menor percentual está na região Sul (4,2%). No Centro-Oeste, os autodeclarados pretos correspondem a 8,2% da população, e no Norte, a 7,1%. “O Rio de Janeiro é o segundo estado com maior percentual de autodeclarados pretos, ficando atrás somente da Bahia”, destacou a pesquisadora do IBGE. Virada em 2015 Até 2014, a população autodeclarada branca era maioria no Brasil. Foi em 2015 que esse quadro mudou, quando a maioria dos brasileiros passou a se declarar pardo. Nas regiões Sul e Sudeste, no entanto, os brancos continuavam sendo maioria em 2017 – respectivamente 75,6% e 51,2% da população. Envelhecimento da população Parcela de idosos na população é crescente Julim6/Pixabay A pesquisa do IBGE reforçou outra tendência que já vem sendo observada no país: a população está cada vez mais velha. Isso é expressado pelo aumento da proporção de pessoas com mais de 60 anos frente à redução da parcela de jovens. “Essa tendência de envelhecimento da população brasileira é um movimento contínuo, longo. Ele tem a ver com a melhora das condições de saúde e da redução da taxa de fecundação”, explicou a pesquisadora do IBGE, Maria Lúcia Vieira. Em 2012, o grupo das pessoas de 60 anos ou mais representava 12,8% da população. Cinco anos depois, esse percentual cresceu para 14,6%. Considerando o contingente da população nesta faixa etária, o crescimento foi de 18,8%. Já o percentual das crianças com idade entre 0 e 9 anos caiu de 14,1%, em 2012, para 12,9% em 2017. No período, o contingente de pessoas nesta faixa etária reduziu 3,6%.
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26/04 - Temer nomeia Carolina Barros para diretoria de administração do BC
Carolina Barros é a primeira mulher, em mais de 10 anos, a ser indicada para diretoria na instituição. Seu nome já havia sido aprovado pelo Senado Federal. Carolina Barros durante sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Geraldo Magela/Agência Senado O presidente Michel Temer nomeou Carolina Barros para a diretoria de administração do Banco Central (BC). O ato foi publicado no "Diário Oficial da União" desta quinta-feira (26). Carolina Barros é a primeira mulher, em mais de 10 anos, a ser indicada para o primeiro escalão do Banco Central. A última indicação de uma mulher para a diretoria do BC havia diso em novembro de 2007, de Maria Celina Arraes, para o comando da diretoria de assuntos internacionais. Ela tomou posse em janeiro de 2008 e deixou o posto em 2010. O nome de Carolina Barros já havia sido aprovado pelo Senado Federal na semana passada, por 52 votos a favor, com uma abstenção, e também pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da casa. Durante sabatina na CAE do Senado, na última semana, Carolina Barros afirmou que o objetivo fundamental do Banco Central é garantir o poder de compra do Real, ou seja, trabalhar para que a moeda não perca seu valor. "Dedicarei meus melhores esforços para ajudar o Banco Central do Brasil a manter a inflação sob controle. Inflação baixa e estável é a única maneira de garantir que o poder de compra do salário do trabalhador seja preservado", declarou. Ela também afirmou, na ocasião, que a solidez dos bancos, das corretoras, das cooperativas e de todo o sistema financeiro, é outro "grande benefício" gerado pela atuação do Banco Central. "Caso seja aprovada por esta Casa, comprometo-me a trabalhar também para garantir a solidez e eficiência do Sistema Financeiro Nacional", disse. A nova diretora do BC tem mestrado em Administração Pública e Políticas Públicas pela Universidade de York, Departamento de Política, do Reino Unido e MBA em Administração Financeira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em Brasília. Também possui graduação em Administração de Empresas com habilitação em Comércio Exterior pelo Centro Universitário UNA, Belo Horizonte (MG). Ela trabalha no BC desde o ano 2000.
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26/04 - Prefeitura de Uiraúna, PB, divulga edital de seleção com oito vagas
Seleção da prefeitura de Uiraúna é para os cargos de agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias. Agente comunitário de saúde Prefeitura de Araxá/Divulgação/Arquivo A prefeitura de Uiraúna, no Sertão paraibano, divulgou um edital de seleção temporária para agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate às endemias (ACE), com inscrições que vão de 2 a 8 de maio. No total, estão disponíveis oito vagas de emprego, sendo seis para ACS e duas para ACE. Os vencimentos mensais são de R$ 1.014 e R$ 954, respectivamente. Veja o edital de seleção da prefeitura de Uiraúna Os candidatos devem realizar as inscrições na sede da secretaria de saúde de Uiraúna, situada à Rua Silvestre claudino, S/N, praça Joca Claudino, no Centro. No horário das 8h às 11h e das 14h às 17h. As inscrições são gratuitas. É necessário apresentar os seguintes documentos: RG CPF Comprovante de quitação eleitoral Comprovante de residência Foto colorida Para o cargo de agente comunitário de saúde, é necessário que o candidato tenha ensino fundamental completo e concluir, com aproveitamento, o curso introdutório de formação inicial e continuada, além de residir na área da comunidade em que quer atuar. Para o cargo de agente de combate às endemias, não é necessário comprovar residência na área de atuação. A seleção vai ser feitas por meio de provas escritas. A data, horário e locais de provas vão ser informados posteriormente, no site da prefeitura de Uiraúna. O processo seletivo tem validade de dois anos, a contar da data da homologação do resultado, podendo ser prorrogado por igual período, caso necessário.
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26/04 - Lucro da Estácio sobe 62% para R$197,4 milhões no 1º trimestre
A receita líquida operacional subiu 14,2% na comparação anual. O grupo de educação Estácio Participações teve lucro líquido de R$ 197,4 milhões no primeiro trimestre, alta de 62% ante mesmo período de 2017, em meio a um avanço da receita operacional e queda nos custos dos serviços prestados. O lucro ante de juros, impostos, depreciação e amortização somou R$ 330,1 milhões, alta de 53,7%. A margem Ebitda avançou 9,1 pontos percentuais, para 35,3%. A receita líquida operacional subiu 14,2% na comparação anual, enquanto os custos com serviços prestados recuaram 8,5%.
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26/04 - Petrobras elege novo diretor de Governança e renova mandato de demais executivos
Nome de Rafael Mendes Gomes foi aprovado pelo conselho de administração.  O conselho de administração da Petrobras aprovou o nome de Rafael Mendes Gomes para ocupar o cargo de diretor executivo de governança e conformidade, segundo informou em comunicado a estatal nesta quinta-feira (26). Ele vai substituir João Adalberto Elek Junior. A diretoria de governança foi criada na Petrobras em janeiro de 2015 em meio as denúncias de corrupção reveladas pela Lava Jato. O colegiado ainda aprovou a recondução dos demais seis diretores executivos da petroleira para mandatos até 26 de março de 2019. Com isso, ficam unificados os prazos de gestão de todos os executivos com o mandato do presidente da petroleira, Pedro Parente, "conforme determinado na legislação de regência das empresas estatais", segundo a empresa.
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26/04 - Dólar passa a subir e volta a bater R$ 3,50
Na véspera, moeda dos EUA fechou a R$ 3,4840, maior cotação desde 13 de junho de 2016. O dólar mudou de rumo e passou a subir nesta quinta-feira (26), voltando a ser negociado acima de R$ 3,50, no 6º dia consecutivo de alta frente ao real e após ter encerrado na véspera na maior cotação em quase dois anos. Às 12h15, a moeda dos EUA subia 0,51%, a R$ 3,5017. Já o dólar turismo era negociado a R$ 3,65. Veja mais cotaçoes Na véspera, a divisa fechou em alta de 0,46%, a R$ 3,4840, no maior valor desde 13 de junho de 2016, quando o dólar valia R$ 3,4862. Em abril, o dólar acumula alta de 5,47%. Educação Financeira: Quando é hora de comprar dólar? Na máxima da sessão de quarta-feira, o dólar chegou a R$ 3,5156. A última vez que a moeda fechou acima de R$ 3,50 foi em 3 de junho de 2016, quando encerrou a R$ 3,5244 na venda. + Real é a 8ª moeda que mais perdeu valor frente ao dólar este ano Fatores de pressão "O mercado está esperando os números do Produto Interno Bruto (dos Estados Unidos), que podem reforçar as apostas de aperto de juros mais intenso neste ano", afirmou à Reuters o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva. O mercado de câmbio tem sido influenciado nos últimos dias pela alta do rendimento dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos. Nos últimos dias, cresceu o temor nos mercados globais de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, possa elevar os juros mais vezes neste ano diante de sinais de melhor desempenho da economia dos Estados Unidos e inflação maior. Juros elevados no país têm potencial para atrair recursos aplicados hoje em praças financeiras consideradas de maior risco, como a brasileira. Com isso, o rendimento dos Treasuries de 10 anos do país, referência dos mercados, chegou a ir acima de 3%, nível mais alto desde o início de 2014. Nesta sessão, eles eram negociados um pouco abaixo desse patamar após novos dados dos Estados Unidos, como pedidos de auxílio-desemprego, que caíram para seu nível mais baixo em mais de 48 anos, e encomendas de bens duráveis subindo acima do esperado. A alta do dólar ante o real também ocorre em meio ao cenário político doméstico incerto por conta das eleições presidenciais de outubro. O Banco Central vendeu todo o lote de 3,4 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando US$ 2,380 bilhões do total de 2,565 bilhões de dólares que vence em maio. Se mantiver esse volume diário e vendê-lo integralmente, o BC rolará o valor total dos swaps que vencem no próximo mês. Educação Financeira: Por que o dólar turismo é mais caro que o comercial?
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26/04 - MPF-SP entra com ação para Microsoft suspender coleta de dados no Windows 10
Procuradoria pede que empresa pague indenização de R$ 10 milhões por danos morais e que lance atualização. Gustavo Lang, diretor de Windows no Brasil, demonstra integração do Windows 10 com óculos de realidade mista Bruno Araujo/G1 O Ministério Público Federal de São Paulo entrou com ação civil pública contra a Microsoft para impedir que o Windows 10, o sistema operacional da gigante de tecnologia, siga coletando dados das pessoas sem autorização. O MPF-SP deu entrada no processo no começo de abril, mas só divulgou a ação nesta quarta-feira (25). Os detalhes do processo estão sob segredo de Justiça. Os promotores argumentam que, ao instalar ou atualizar o Windows 10, o usuário não pode evitar que a Microsoft obtenha diversas informações, como: geolocalização; conteúdo de emails; hábitos de navegação e; histórico de buscas na internet. Esse procedimento, diz o MPF-SP, viola vários princípios constitucionais, da proteção da intimidade além direitos relativos às relações de consumo. No pedido de tutela provisória, o MPF-SP pede que a Microsoft: interrompa a coleta de dados de forma automática pelo Windows 10; inclua alertas aos usuários sobre as consequências de autorizar a transferência de dados; pague multa de, pelo menos, R$ 10 milhões por danos morais causados. Para os procuradores, a Microsoft desrespeita o Marco Civil da Internet e o Código de Defesa do Consumidor, que exige comunicação clara sobre os riscos que apresentem. Segundo a ação, a última atualização do sistema operacional tornou obrigatória a chamada telemetria básica nas versões domésticas. Assim, mesmo que o consumidor desabilite a opção de fornecer dados, a Microsoft continua coletando informações que considera essenciais para o desempenho do serviço. "Tal postura é indicadora de um objetivo mais amplo e relevante para os interesses comerciais da empresa, de potencializar ganhos e lucros com essa coleta invasiva de dados de seus consumidores", afirmou o procurador Pedro Antônio de Oliveira Machado, autor da ação, em comunicado. O procurador afirma que vários órgãos públicos usam o Windows 10, incluindo Justiça Eleitoral, Justiça Federal e o próprio MPF. Por isso, é necessária uma análise constante por técnicos para evitar que atualizações do sistema modifiquem as configurações e passem a permitir o envio de dados não controlados pelo MPF, o que colocaria em risco informações sigilosas e sensíveis, como as de investigações. O MPF-SP quer que a empresa promova a adequação do sistema operacional em até 15 dias, para que a regra seja de não mais coletar informações pessoais de usuários. Solicita que a Microsoft lance uma atualização imediata do Windows 10 em uso, para que todos os usuários possam usufruir das mudanças, sob pena multa diária de pelo menos R$ 100 mil em caso de descumprimento. O MPF também acionou a União, a quem acusa de omissão na defesa dos consumidores. Representantes da companhia no Brasil não puderam comentar o assunto de imediato.
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26/04 - Confiança da indústria e de serviços também tem queda em abril, aponta FGV
Indicadores acompanham piora vista no mês também na confiança do consumidor, do comércio e da construção. Em abril, a confiança industrial recuou em 9 dos 19 segmentos industriais. Wilson Aiello/EPTV A confiança da indústria do Brasil recuou em abril do nível mais alto em cerca de 4 anos e meio, com uma piora das expectativas para os próximos meses, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira (26). O Índice da Confiança da Indústria (ICI) caiu 0,7 ponto e chegou a 101,0 pontos em abril na comparação com março, quando havia atingido o nível mais alto desde agosto de 2013. "Com relativa estabilidade nas avaliações sobre o momento presente e piora nas expectativas, o setor parece reagir ao ritmo mais lento do que o esperado na recuperação da economia e ao aumento da incerteza associado à proximidade das eleições", explicou em nota a coordenadora da Sondagem da Indústria da FGV/IBRE, Tabi Thuler Santos. Entretanto, ela explicou que, com o índice permanecendo acima dos 100 pontos e após nove altas consecutivas, a queda do ICI em abril não é suficiente para alterar a trajetória da confiança industrial. O Índice de Expectativas (IE) registrou no mês queda de 1,3 ponto e foi a 101,5 pontos, pressionado principalmente pelas expectativas com a evolução do pessoal ocupado nos três meses seguintes. Já o Índice da Situação Atual (ISA) caiu 0,1 ponto em abril e chegou a 100,5 pontos, com piora na percepção sobre o nível de estoques. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada em abril aumentou 0,4 ponto percentual sobre março e alcançou 76,5%, patamar mais elevado desde maio de 2015 (76,6 por cento). A produção industrial brasileira cresceu 0,2% em fevereiro sobre o mês anterior, mas teve o resultado mais fraco para o mês em dois anos, com perdas na fabricação de bens intermediários e de consumo semiduráveis e não duráveis, de acordo com dados do IBGE. Confiança de serviços também piora Nesta quinta-feira, a FGV informou ainda que a confiança de serviços piorou em abril também devido à piora das expectativas, acompanhando o movimento já registrado entre os consumidores, comércio e construção. O Índice de Confiança de Serviços (ICS) chegou a 91,2 pontos em abril depois de recuar 0,2 ponto. "Foram as perspectivas para a evolução do ambiente de negócios nos próximos seis meses que concentraram a pressão negativa sobre o resultado de abril. No contexto atual, de recuperação gradual do ritmo de atividade, o processo eleitoral pode estar contribuindo para a maior volatilidade das expectativas", disse o consultor da FGV Silvio Sales. O Índice de Expectativas (IE-S) recuou 0,8 ponto, influenciado pelo indicador de tendências dos negócios. O Índice da Situação Atual (ISA-S) teve variação positiva de 0,4 ponto no período, para 87,2 pontos, ajudado pelo indicador que mede o grau de satisfação com o volume de demanda atual. A leitura de serviços acompanha a piora vista na confiança do consumidor, que em abril recuou 0,7 ponto, a 101 pontos. Na véspera, FGV já tinha apontado recuo na confiança do comércio e da construção. No comércio, a queda em abril foi a primeira queda depois de sete altas consecutivas. O Brasil vem mostrando dificuldade em engatar um ritmo consistente de recuperação no início deste ano, mesmo em um ambiente de inflação e juros baixos, o que afeta os consumidores em meio ao desemprego ainda elevado. Os analistas do mercado financeiro reduziram a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018, de crescimento de 2,76% para 2,75%, segundo a última pesquisa focus do Banco Central. Foi a quarta queda seguida do indicador. Para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continua em 3%. * Com Reuters
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26/04 - Neoenergia melhora oferta pela Eletropaulo e acirra disputa com Enel
Subsidiária da espanhola Iberdrola elevou sua oferta para R$ 32,10 por ação, superando oferta da italiana Enel, de R$ 32 por ação. Conta de luz da Eletropaulo TV Globo/Reprodução A espanhola Iberdrola, por meio da subsidiária brasileira Neonergia, elevou mais uma vez sua oferta pela Eletropaulo, horas depois de a empresa italiana Enel fazer o mesmo, em uma acirrada disputa pela distribuidora de energia do Estado de São Paulo, responsável pelo fornecimento na região metropolitana de São Paulo. A Neoenergia elevou sua oferta para R$ 32,10 por ação da Eletropaulo, ante oferta anterior de R$ 29,40, enquanto a mais recente oferta pública de aquisição do grupo italiano é de R$ 32, ante oferta anterior de R$ 28. O lance da Neoenergia, na noite de quarta-feira, representaria um desembolso de até R$ 5,37 bilhões pela Eletropaulo, enquanto que a da Enel corresponderia a uma quantia de R$ 5,35 bilhões. A distribuidora de energia do Estado de São Paulo, cobiçada por ambas as gigantes europeias, decidiu cancelar a oferta pública primária de R$ 1,5 bilhão em ações ordinárias, para melhor avaliar as ofertas de compra, após a Enel condicionar a sua mais recente oferta ao cancelamento da oferta pública de emissão de ações. "A decisão ora tomada não se altera com o eventual surgimento de novas propostas, o que só fará confirmar a competitividade que deverá ser mantida no leilão, em benefício progressivo do conjunto de acionistas", informou a Eletropaulo, em comunicado A bolsa paulista B3 agendou para 18 de maio um leilão em que Neoenergia, Enel e Energisa poderão fazer novos lances para a compra das ações da Eletropaulo. Iberdrola acusa Enel de concorrência desleal em carta à UE A guerra pela Eletropaulo já transcendeu o mercado e está atingindo instâncias políticas de alto nível. A Iberdrola queixou-se de concorrência desleal perante as autoridades de concorrência e energia da União Europeia porque entende que não joga ao mesmo nível que a Enel, que é controlada em 23,6% pelo Tesouro italiano. "Há provas claras de que a Enel está tomando decisões e posições de investimento que não seriam possíveis se não fosse uma empresa controlada e apoiada pelo Estado italiano que ainda goza de um status privilegiado", disse a Iberdrola em uma carta na quarta-feira à qual a agência Reuters teve acesso. Disputa pela Eletropaulo A crescente briga entre as europeias pela Eletropaulo representa uma disputa pela liderança no mercado brasileiro de distribuição de eletricidade, uma vez que Enel ou Iberdrola tomarão a ponta do setor caso sejam vitoriosas na aquisição da empresa paulista. O primeiro posto no mercado de distribuição de energia local é ocupado atualmente pela CPFL, empresa comprada no ano passado pelo grupo chinês State Grid. A Eletropaulo vinha comunicando que a norte-americana AES poderia vender sua fatia na empresa, onde é a principal acionista junto ao braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDESPar). A concorrência pela compra da distribuidora, responsável pelo fornecimento na região metropolitana de São Paulo, começou no final de março, quando a própria Enel apresentou uma proposta à Eletropaulo para participar de uma oferta pública de ações em preparação pela empresa. Depois disso, a empresa recebeu uma série de ofertas de Enel, Neoenergia e Energisa. A Enel controla distribuidoras de energia no Rio de Janeiro e no Ceará, além de ter ativos de geração e grande presença em fontes renováveis. A Neoenergia tem operações de distribuição na Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e no interior de São Paulo, além de ativos de geração e transmissão. Já a Energisa controla nove distribuidoras em diversos Estados e atua também em linhas de transmissão. * Com Reuters
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26/04 - Mudei de banco e a poupança está rendendo menos. O que fazer?
Quem lê meu blog sabe que eu não sou exatamente um fã de investimento na poupança. Além de ter investimentos melhores em renda fixa, o cálculo do rendimento da poupança mudou e ficou ainda mais desvantajoso para o investidor. Uma leitora mudou de banco e disse que está perdendo dinheiro. Veja a pergunta da leitora e a resposta no vídeo abaixo: "Tinha um valor vultoso na poupança, aplicado antes de 05/2012. Mudei de banco e a minha remuneração agora é menor. Percebo que estou perdendo muito dinheiro com essa diferença no cálculo dos juros. Existe algo que eu possa fazer a respeito?" Samy Dana: mudei de banco e o valor que tenho na poupança agora rende menos. O que fazer?
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26/04 - Inscrições na seleção de conciliadores da Justiça Federal na Paraíba terminam nesta quinta
Seleção de conciliadores da JFPB é para a Vara de Sousa. Função é exercida gratuitamente. Justiça Federal em João Pessoa, na Paraíba Kleide Teixeira/Jornal da Paraíba Termina nesta quinta-feira (26) o prazo de inscrição na seleção pública da Justiça Federal na Paraíba para novos conciliadores no Juizado Especial da 15ª Vara, localizada em Sousa, no Sertão do estado. São oferecidas 10 vagas, além de cadastro de reserva até o 30º classificado. Confira o edital para conciliadores da Justiça Federal em Sousa As inscrições devem ser feitas no prédio da Subseção Judiciária de Sousa. Poderão participar da seleção brasileiros, natos ou naturalizados, bacharéis em Direito, inscritos ou não na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e acadêmicos do curso, a partir do 5º período, com idade mínima de 18 anos, em pleno gozo dos direitos políticos e capazes de exercer a função. Os novos conciliadores serão selecionados por meio de análise de currículos, seguida de entrevista, a ser realizada nas datas prováveis de 3 e 4 de maio, em horário que será divulgado previamente no site da Justiça Federal e publicado no quadro de avisos da Subseção Judiciária de Sousa. A função de conciliador é exercida gratuitamente e, se praticada por período contínuo superior a um ano, poderá constituir título para concursos públicos promovidos pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), com a pontuação que lhe for atribuída pelo edital da seleção. Quando exercida por bacharel em Direito, a função é considerada atividade jurídica para fins do artigo nº 93, inciso I, da Constituição Federal (requisito para inscrição definitiva em concurso público da magistratura), nos termos da Resolução nº 75, de 12 de maio de 2009, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
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26/04 - Lucro da Via Varejo cai 26% no 1º trimestre, para R$ 71 milhões
Receita líquida atingiu R$ 6,6 bilhões, com crescimento de 10,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Via Varejo é a dona das bandeiras Casas Bahia e Ponto Frio Darlan Alvarenga/G1 A Via Varejo teve lucro líquido de R$ 71 milhões no primeiro trimestre, queda de 26% sobre o desempenho obtido um ano antes (R$ 96 milhões), informou nesta quinta-feira (26) a dona das bandeiras Casas Bahia e Pontofrio. O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de R$ 407 milhões nos três meses encerrados em março, alta de 24,1% na comparação anual. A receita líquida subiu 10,5%, para R$ 6,62 bilhões, com o faturamento das lojas físicas subindo 11,4%, enquanto o dos canais online cresceu 6,4%. As vendas na base mesmas lojas subiram 10,6%. As despesas com vendas, gerais e administrativas cresceram 12,4% sobre um ano antes, para R$ 1,76 bilhão. O grupo em fevereiro passou por um troca de comando, com Flávio Dias assumindo como presidente-executivo no lugar de Peter Estermann, que na sexta-feira assume a presidência do Grupo Pão de Açúcar. De janeiro a março, a Via Varejo investiu R$ 106 milhõess, montante que envolveu a abertura de 12 lojas e a reforma de outras 16. O plano da companhia é de abrir até 80 lojas neste ano. O índice de inadimplência no crediário acima de 90 dias ficou em 7,5%, ante 7,7% no primeiro trimestre de 2017. Já o índice de 15 a 90 dias ficou estável em 16,3%. * Com Reuters
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26/04 - Eletropaulo aprova cancelamento de oferta de ações e terá disputa em leilão
B3 agendou para 18 de maio um leilão em que Neoenergia, Enel e Energisa colocarão seus lances para a compra das ações da Eletropaulo. Linha de Transmissão de energia da Eletropaulo, em São Paulo Marcelo Brandt/G1 A distribuidora Eletropaulo informou nesta quarta-feira (25) que seu Conselho de Administração aprovou o cancelamento de oferta pública primária de ações ordinárias, para "melhor evolução de competitividade entre ofertas públicas para aquisição de ações" da companhia, destacou a empresa em comunicado ao mercado. A bolsa paulista B3 agendou para 18 de maio um leilão em que Neoenergia, Enel e Energisa colocarão seus lances para a compra das ações da Eletropaulo. Mais cedo, uma das empresas que está na disputa pela Eletropaulo, a italiana Enel, elevou a proposta pela distribuidora, mas disse que não continuaria no processo a menos que a empresa paulista anunciasse o cancelamento da oferta pública, como foi feito, destaca a Reuters. A Enel elevou o preço para R$ 32 por ação, ante proposta anterior de R$ 28 para comprar até a totalidade das ações da Eletropaulo. A oferta primária, cancelada nesta quarta-feira, chegou a ser alvo de pedidos de esclarecimentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em meio a uma intensa disputa dos investidores pela aquisição da companhia, que envolve também a Neoenergia, controlada pelo grupo espanhol Iberdrola, e a Energisa. A Eletropaulo, que tem como um dos principais acionistas a norte-americana AES, havia anunciado em 17 de abril um acordo de investimento com a Neoenergia para que esta comprasse até a totalidade das 58,9 milhões de ações que seriam emitidas na oferta primária por cerca de R$ 1,5 bilhão, ou R$ 25,51 por papel. O negócio, no entanto, foi anunciado quando a brasileira Energisa já havia apresentado uma oferta pública para compra de até a totalidade das ações da elétrica. Posteriormente, a italiana Enel também entrou na briga com um lance para aquisição da Eletropaulo e questionou o acordo entre Neoenergia e a empresa, que segundo ela prejudicaria "uma competição transparente" pela aquisição da distribuidora e significaria "tratamento privilegiado" a um dos concorrentes. A Neoenergia havia proposto também comprar até a totalidade das ações da companhia por R$ 29,40 por papel. Antes, a Energisa havia feito uma oferta de R$ 19,38 por papel da empresa, complementada por um aporte posterior de R$ 1 bilhão. "A decisão ora tomada não se altera com o eventual surgimento de novas propostas, o que só fará confirmar a competitividade que deverá ser mantida no leilão, em benefício progressivo do conjunto de acionistas", informou a Eletropaulo, em comunicado. Após o fechamento dos mercados, a Neoenergia informou na noite de quarta-feira que decidiu subir a oferta para R$ 32,10, superando a oferta da Enel. As empresas poderão apresentar novos preços para suas ofertas durante o leilão agendado para o dia 18 de maio. A ação da Eletropaulo fechou com leve alta nesta quarta-feira, a R$ 30,67. Disputa pela Eletropaulo A Eletropaulo vinha comunicando que a norte-americana AES poderia vender sua fatia na empresa, onde é a principal acionista junto ao braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDESPar). A concorrência pela compra da distribuidora, responsável pelo fornecimento na região metropolitana de São Paulo, começou no final de março, quando a própria Enel apresentou uma proposta à Eletropaulo para participar de uma oferta pública de ações em preparação pela empresa. Depois disso, a empresa recebeu uma série de ofertas de Enel, Neoenergia e Energisa. A Enel controla distribuidoras de energia no Rio de Janeiro e no Ceará, além de ter ativos de geração e grande presença em fontes renováveis. A Neoenergia tem operações de distribuição na Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e no interior de São Paulo, além de ativos de geração e transmissão. Já a Energisa controla nove distribuidoras em diversos Estados e atua também em linhas de transmissão.
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26/04 - Bradesco registra lucro de R$ 4,4 bilhões no 1º trimestre, alta de quase 10%
Lucro é o segundo maior da história do banco e foi puxado por despesas menores. Carteira de crédito caiu, mas rentabilidade sobre o patrimônio subiu para 18,6% no trimestre. Bradesco registrou lucro líquido de R$ 4,4 bilhões no 1º trimestre Alex DePaula/G1 O Bradesco anunciou nesta quinta-feira (26) ter registrado lucro líquido contábeil de R$ 4,467 bilhões no primeiro trimestre de 2018, uma alta de 9,72% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o resultado foi de R$ 4,071 bilhões. Trata-se do 2º melhor resultado trimestral já registrado pelo banco, segundo dados da provedora de informações financeiras Economatica, ficando atrás apenas do lucro do 2º trimestre de 2015 (R$ 4,473 bilhões). No 4º trimestre, o Bradesco registrou lucro líquido de R$ 3,793 bilhões. Já o lucro líquido recorrente (que desconsidera efeitos extraordinários) foi de R$ 5,1 bilhões nos 3 primeiros meses do ano, alta de 9,8% sobre o mesmo período do ano passado. O retorno sobre o patrimônio líquido, indicador de rentabilidade, ficou em 18,6% no 1º trimestre, acima dos 18,3% registrados no 1º trimestre de 2017. Despesas menores Segundo o Bradesco, a alta do lucro no 1º trimestre foi impulsionada "pela boa performance das receitas de prestação de serviços em 12 meses, e das despesas operacionais (pessoal e administrativas)". A queda das provisões para perdas com calotes e o controle das despesas administrativas compensaram a continuada fraqueza do crédito e das receitas com seguros. A linha chamada PDD Expandida, que computa perdas com provisões previstas com inadimplência, incluindo baixa contábil de ativos, menos valores recuperados da cobrança, somou R$ 3,89 bilhões, uma queda de 26,3% ano a ano. Além disso, as despesas administrativas de R$ 9,64 bilhões recuaram 0,4% no comparativo anual e 5,7% contra o trimestre anterior, refletindo segundo o banco "as sinergias da aquisição do HSBC Brasil e a estratégia de otimização dos pontos de atendimento". No fim de março, o Bradesco tinha 4.708 agências, 414 a menos em 12 meses. A folha de pagamento também teve uma redução de 9,05 mil funcionários no período e a empresa fechou o trimestre com 97,6 mil empregados. Carteira de crédito cai O índice de inadimplência acima de 90 dias recuou para 4,39%, apresentando melhora pelo quarto trimestre consecutivo, impactado principalmente pelo comportamento dos segmentos de pessoas físicas e micro, pequenas e médias empresas. A carteira de crédito expandida do Bradesco atingiu R$ 486,6 bilhões no fim de março, queda de 3,2% em 12 meses e de 1,3% na comparação com o final de 2017. O desempenho ficou bem abaixo do intervalo previsto pelo próprio banco para 2018, de expansão de 3% a 7%. O movimento veio na contramão do rival menor Santander Brasil, que na terça-feira anunciou alta de 9% da carteira de crédito no primeiro trimestre. Na terça-feira, o Santander reportou que registrou lucro de R$ 2,8 bilhões no 1º trimestre de 2018. A queda da carteira do Bradesco foi puxada pela carteira de empréstmos para pessoas físicas, que recuou 6,7% na comparação anual. No segmento pessoas físicas houve cescimento de 3,5%, puxado pelo crédito consignado (13,4%), leasing de veículos (10,5%) e financiamento imobiliário (5,5%). Em teleconferência com jornalistas, os executivos do Bradesco defenderam nesta quinta-feira que o banco ainda pode conseguir um crescimento de 3% a 7% de sua carteira de crédito em 2018. Segundo Octavio de Lazari, essa reversão deve ser liderada por maiores empréstimos para pessoas físicas e para pequenas e médias empresas. "Temos muito, muito apetite para crescer nossa carteira", disse. Resultado em 2017 O Bradesco teve lucro de R$ 14,65 bilhões em 2017, resultado 3% menor do que o registrado no ano anterior, impactado pelo aumento nas provisões para perdas com calotes. No acumulado em 2017, o lucro das 4 maiores instituições financeiras com ações listadas na Bovespa – Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco e Santander — somou R$ 57,63 bilhões, o que corresponde a uma alta de 14,6% na comparação com 2016.
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26/04 - Qual é a melhor hora para comprar dólar? Veja dicas de especialistas 
Especialistas concordam que não há como fugir dos riscos da oscilação, mas ainda assim o turista pode tentar se precaver. Vídeo: Quando é hora de comprar dólar? Uma das preocupações mais frequentes entre os turistas brasileiros que estão com viagem marcada para o exterior é o sobe e desce do dólar. Afinal, é melhor comprar tudo de uma vez ou parcelar? Como saber qual é o melhor momento para comprar? Entre os especialistas, é unanimidade que tentar prever quando o dólar vai cair sobre o real é muito arriscado. Mesmo assim, é possível se precaver na hora de comprar a moeda, tomando alguns cuidados para não pagar muito caro. O G1 publica nesta semana uma série para entender o mercado de câmbio: O que faz o dólar subir ou cair todos os dias? Por que o dólar turismo é mais caro que o comercial? Como o sobe e desce do dólar influencia sua vida? Quando é hora de comprar dólar? Como funcionam as compras em dólar no cartão de crédito? Dólar REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo Veja abaixo 3 dicas de especialistas para quem precisa comprar dólar para viajar: 1. Compre em etapas Se você tem tempo entre até a data da viagem, vale fazer várias compras de dólar em datas diferentes para tentar minimizar os riscos. A dica do professor de finanças Alexandre Cabral é tentar fazer um “preço médio” dessa compra. “Por exemplo: se a pessoa vai daqui a 5 meses. Vamos supor que nesse tempo ela receba 4 salários. Então, divida a possível compra em 4. Se precisa de US$ 10 mil, compre US$ 2,5 mil a cada salário recebido”, explica. 2. Acompanhe a tendência Ninguém sabe ao certo o que vai acontecer com o dólar no futuro, mas o turista pode ter algumas pistas de qual é a tendência para a moeda americana se ficar de olho no noticiário econômico e nos comentários de analistas sobre a tendência do dólar, explica o professor Cláudio Carvajal, da FIA. “Não há muito como fugir de um certo risco de oscilação. O que se pode fazer, no melhor nos mundos, é realmente ler as recomendações para ver se a moeda tem uma tendência de alta ou de queda para os próximos meses. Se é de queda, deixe para comprar o mais perto possível da viagem. Se é de alta, o melhor é comprar o quanto antes”, diz ele. 3. Pesquise em diferentes casas de câmbio Cabral aponta que, em momentos de “mercado nervoso” como vem acontecendo nos últimos dias, a diferença de preços entre uma corretora e outra costuma ser maior. Por isso, vale a pena fazer uma pesquisa de preço antes de cada compra de moeda para tentar encontrar melhores taxas.
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26/04 - Imposto de Renda 2018: como declarar uso do FGTS para abater financiamento imobiliário?
Especialista responde dúvidas de leitores do G1 sobre a declaração do IR; prazo para declarar vai até 30 de abril. O G1 recebeu perguntas de leitores sobre a declaração do Imposto de Renda de 2018, e pediu ajuda a especialistas para responder às questões dos contribuintes diariamente. SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2018 Veja abaixo resposta de Heber Dionízio, contador do escritório Contabilizei, para pergunta sobre uso do FGTS. Imposto de Renda no G1 Ilustração: Karina Almeida/G1 Usei parte do meu FGTS para abater no financiamento de um imóvel. Não houve rescisão contratual. Onde declaro esse FGTS? Resposta: "Esse valor é isento, mas deve ser declarado para justificar o aumento de patrimônio (diminuição da dívida). Na ficha 'Rendimentos Isentos e não tributáveis' você deve informar o item 4 que, apesar de citar muitos itens relacionados a rescisão, finaliza o descritivo com '; e FGTS'. Esse valor não impactará seu imposto a pagar/restituir." Veja vídeo abaixo com passo a passo para declarar Imposto de Renda: Imposto de Renda: veja passo a passo como fazer a declaração Initial plugin text
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26/04 - Em meio à crise, BRF deve eleger novo conselho nesta quinta-feira
Acionistas devem escolher presidente da Petrobras, Pedro Parente, como novo presidente do conselho de administração, no lugar de Abilio Diniz. Logo da BRF, em São Paulo Reuters/Paulo Whitaker Envolvida em uma crise que se aprofundou com a nova fase da Operação Carne Fraca, a BRF deve eleger nesta quinta-feira (26) seu novo conselho de administração. A expectativa é que o presidente da Petrobras, Pedro Parente, substitua Abilio Diniz na presidência do conselho, após um acordo encerrar um impasse entre conselheiros e acionistas. A eleição será feita pelo sistema de votação por chapa, após a acionista Aberdeen Asset Management retirar o pedido de processo de voto múltiplo, previsto anteriormente. A assembleia geral de acionistas está marcada para 11h desta quinta-feira (26). Acionistas fecham acordo para eleger conselho da BRF Parente aceita disputar comando do conselho da BRF Na votação por chapa os acionistas votam em um grupo para compor o conselho e vence o mais votado. Enquanto no voto múltiplo, eles elegem os membros do conselho individualmente, de acordo com a sua participação societária. No caso da BRF, a eleição do conselho terá uma chapa única. A votação por chapa abre caminho para eleger o grupo indicado pela BRF no conselho, resultado do acordo fechado entre os acionistas, os fundos Previ, Petros, a gestora Tarpon e o empresário Abilio Diniz. Juntos, eles detêm 32,8% das ações da BRF, maior exportadora mundial de frango e dona das marcas Sadia e Perdigão. pedro parente globonews Pelo acordo, estes acionistas concordaram em aprovar a nova composição do conselho de administração por 10 membros. A troca no comando do conselho é considerada pelos acionistas como vital para o futuro da exportadora de carne de frango. Parente, que foi indicado pelo empresário Abilio Diniz, atual presidente do conselho da BRF, informou que renunciará à presidência do conselho da B3 se for eleito e que "não haverá qualquer mudança no exercício de sua função de presidente" da Petrobras. Veja a composição da chapa proposta pelos acionistas da BRF: Pedro Parente (presidência) Augusto da Cruz Filho (vice-presidência) Dan Ioschpe Flávia Buarque Francisco Petros José Luiz Osório Luiz Fernando Furlan Roberto Mendes Roberto Rodrigues Walter Malieni Jr. Pressão pela troca de comando A assembleia geral de acionistas foi marcada a pedido da principal acionista da BRF, a Petros (fundo de pensão dos funcionários da Petrobras), e de outros acionistas da companhia, como a Previ, fundo dos funcionários do Banco do Brasil. Eles pediram a destituição de todos os membros do conselho da companhia, que desde 2013 é presidido pelo empresário Abilio Diniz. Abílio Diniz ocupa o comando do conselho de administração da BRF desde 2013. GloboNews O pedido ocorreu logo após a BRF ter reportado um prejuízo líquido de R$ 1,1 bilhão em 2017, atribuído principalmente à operação Carne Fraca, segundo o balanço da empresa. As perdas decorrentes das investigações somaram R$ 363 milhões, em meio à suspensão temporária da importação de carne brasileira por vários países. Segundo a Petros , a estratégia da empresa precisava ser reformulada para atingir seus objetivos, "corroborando o diagnóstico do mercado refletido pelo preço das ações". Desde o início do ano, as ações da BRF perdem em torno de 35% no principal índice da bolsa paulista. No entanto, a expectativa de troca de comando no conselho da companhia levou a uma recuperação parcial no valor dos papeis no mês de abril, em torno de 8%. A Petros é o maior acionista da BRF, com 11,41% do capital da empresa, enquanto a Previ tem 10,66% da fatia. Já a Tarpon, fundo que apoiou a indicação de Abilio ao conselho da BRF, é dono de 7,26% da empresa. Os demais acionistas detêm fatias menores na companhia. Renúncia do CEO Na segunda-feira (23), o presidente-executivo da BRF, José Aurélio Drummond Jr., renunciou ao cargo às vésperas da assembleia de acionistas para mudar o conselho de administração. O diretor financeiro e de relações com investidores da BRF, Lorival Nogueira Luz Jr., foi nomeado pelo conselho para acumular o cargo interinamente. Drummond, que também deixou o conselho de administração, assumiu o comando da BRF em dezembro passado, no lugar de Pedro Faria, em meio a uma crise profunda na gigante de alimentos. Perfil da gigante de alimentos Dona das marcas Sadia e Perdigão, a BRF é a maior exportadora de carne de frango do mundo, com vendas em cerca de 150 países. Possui mais de 50 fábricas em oito países e cerca de 100 mil funcionários. No Brasil, a empresa mantém 35 unidades produtivas e 20 centros de distribuição. Em 2017, a companhia teve um prejuízo de R$ 1,1 bilhão, impactada pela operação Carne Fraca, deflagrada em março do ano passado. Em 2016, a empresa também teve prejuízo, ainda que menor, após anos seguidos de bons resultados. Em 2015, a companhia havia lucrado R$ 3,1 bilhões.
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26/04 - Aposta do BC para ajudar a reduzir juro bancário, fintechs crescem, mas ainda têm parcela pequena do crédito
Regulamentação do setor, previsto para ser anunciada nesta quinta, pode acelerar crescimento dessas empresas, que hoje concentram 0,3% da soma dos empréstimos concedidos no país. O Brasil registrou nos últimos meses um aumento expressivo no número de "fintechs", como são chamadas as pequenas empresas (startups) de tecnologia que atuam no setor financeiro e oferecem, por exemplo, contas digitais e crédito pela internet. Essas empresas são uma aposta do Banco Central para aumentar a concorrência no mercado de crédito e estimular uma queda mais rápida dos juros bancários. Criada em 2017, a Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) terminou o ano passado com 250 associadas. Em abril de 2018, já contava com 343. De acordo com a entidade, o ritmo de crescimento das empresas do setor no Brasil é ainda maior: 300% ao ano, em média. Apesar, disso, o peso das fintechs no mercado de crédito ainda é baixo. De acordo com o Banco Central, elas detém somente 0,3% do estoque de empréstimos concedidos no país, que somava R$ 3,6 trilhões em fevereiro. Em países que contam com esse mercado mais desenvolvido, como no Reino Unido e Estados Unidos, o estoque de empréstimos das fintechs também não chega a 1% do crédito bancário total, ainda segundo o BC. fintechs Arte/G1 Regulamentação Com o objetivo de permitir a expansão do setor, o Conselho Monetário Nacional (CMN) deve publicar nesta quinta-feira (26) a regulamentação das atividades das fintechs. Entre as medidas esperadas está a permissão para que elas atuem de maneira desvinculada de bancos. Isso significa que as fintechs deverão passar a poder, por exemplo, manter contas de pagamentos para seus clientes e a utilizar recursos próprios na concessão de empréstimos - hoje elas só podem fazer essas operações com dinheiro da instituição financeira a que estão vinculadas. Outra mudança mudanças que devem vir com a regulação são: acesso das fintechs ao Sistema de Informações de Crédito do Banco Central (SCR), um instrumento de registro e consulta de dados sobre as operações de crédito, avais e fianças prestados e limites de crédito concedidos por instituições financeiras a pessoas físicas e jurídicas no país. Com isso, poderão ter mais informações sobre seus clientes. possibilidade de adoção pelas fintechs de um mecanismo de empréstimo direto entre pessoas físicas e empresas, conhecido como "peer-to-peer" (ponto a ponto). Esse sistema é feito hoje por intermedio de uma plataforma eletrônica ligada a instituições financeiras. "Todo mundo vai poder entrar no 'peer-to-peer'", explicou Diego Perez, da ABFintechs. De acordo com ele, além de mecanismos para garantir a segurança das operações, como checar se o dinheiro usado tem origem lícita, o sistema vai direcionar os recursos do investidor de acordo com seu perfil e disposição para assumir riscos. Segundo Perez, a expectativa é de que os participantes possam colher taxas de retorno para seus investimentos superiores às pagas atualmente em renda fixa, de até 130% do CDI, e que os tomadores possam conseguir juros menores do que aqueles cobrados pelos bancos. Potencial para crescimento Os dados internacionais mostram que as fintechs ainda têm potencial para crescimento no mercado de crédito. Por isso o BC acredita que elas podem ajudar a aumentar a concorrência num setor altamente concentrado: no Brasil, os quatro maiores bancos detém 78% do estoque de empréstimos. Com o aumento da concorrência, o Banco Central espera acelerar a queda dos juros praticados pelos bancos no Brasil, elevados na comparação com outros países. Em fevereiro, os juros médios cobrados pelos bancos nas operações para as pessoas físicas somaram 57,7% ao ano. Das empresas, o juro bancário médio (recursos livres) cobrado pelos bancos foi de 22,2%. Mas há modalidades com custo superior a 300% ao ano, como cheque especial e cartão de crédito rotativo. Essas taxas permanecem altas apesar do recuo da Selic nos últimos meses. Atualmente, a taxa básica de juros definida pelo Banco Central é a menor da história: 6,5% ao ano. A chefe-adjunta do Departamento de Normas do BC, Sílvia Marques, avalia que as fintechs terão potencial de impactar as taxas bancárias principalmente para as pessoas físicas e pequenas empresas, se utilizando de novidades tecnológicas para atrair os clientes mais jovens. "Estamos com expectativa bem positiva. As novas gerações não querem mais relacionamento com os bancos", afirmou ela. Em sua visão, pessoas físicas que não formaram um "perfil de crédito" (nota com base em operações feitas anteriormente) ao longo do tempo, e empresas que não tem documentos contábeis oficiais, tendem a optar pelo modelo das fintechs. Sergio Furio, fundador da Creditas Divulgação A Creditas, por exemplo, é uma fintech que oferece crédito com garantia por meio de uma plataforma digital. Para o fundador da empresa, Sergio Furio, a redução de taxas é possível porque as fintechs têm uma estrutura mais enxuta que os grandes bancos. Ele lembra que durante anos os bancos investiram na expansão de agências como caminho para ganhar espaço no mercado de crédito. Na visão dele, o cliente hoje entende que uma solução digital amigável traz mais comodidade do que uma agência em cada esquina. Novas tecnologias Além do impacto nas taxas de juros bancárias, as fintechs também podem ganhar espaço cobrando mais barato nas tarifas por produtos e serviços, por exemplo. O diretor da ABFintechs, Diego Perez, também avalia que há um "excelente espaço" para crescimento das fintechs no Brasil. "Têm surgido no mercado novas tecnologias que trazem ganho de eficiência tremendo, plataformas digitais, e os usuários finais são pessoas conectadas, com smartphones. Tecnologias, antes restritas aos grandes grupos com capital, hoje se tornam mais acessíveis", afirmou. A maior parte das empresas ligadas à ABFintechs, até o momento, está concentrada no setor de meios de pagamentos, crédito, controle financeiro e seguros. Mas há empresas atuando também em investimentos, gestão financeira, câmbio, "crowdfunding" (financiamento coletivo, as famosas "vaquinhas" virtuais), criptomoedas , "blockchain" (corrente de blocos, em tradução literal), "funding" (financiamento de projetos); renegociação de dívidas e banco digital, entre outras. Diego Perez, diretor da ABFintechs Divulgação Risco maior Se por um lado as fintechs podem ofecerer a investidores possibilidades de retorno mais alto, o risco também é maior porque as operações feitas por elas não devem contar, mesmo após a regulamentação, com a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), presente nas aplicações feitas nos bancos. O FGC é um tipo de seguro que garante aplicações de até R$ 1 milhão contra eventual calote de bancos. "A garantia [nas operações feitas por fintechs] é contratual. O que normalmente acontece ao longo do tempo é que os próprios investidores vão conhecendo o modelo de análise de crédito da plataforma e também conhecem o tomador [do crédito]", disse explicou Sílvia Marques, do BC. Segundo Diego Perez, da ABFintechs, o investidor pode associar um seguro ao investimento, como forma de ter mais segurança, mas, neste caso, o retorno também acaba sendo menor.
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26/04 - Espanhol vê no juro alto oportunidade para abrir fintech no Brasil: 'puxamos o preço para baixo'
Criada em 2012, Creditas é especialista em empréstimos com imóvel ou carro como garantia; empresa já emprestou R$ 300 milhões no Brasil e tem 370 funcionários.  O espanhol Sergio Furio acreditava que o smartphone iria obrigar os bancos a se reinventarem. Ele trabalhava no mercado financeiro nos Estados Unidos no início da década e queria abrir uma fintech para inovar no mercado de crédito, só não sabia onde. Começou a namorar uma brasileira e ficou abismado quando soube das taxas de juros cobradas no Brasil. E, no alto custo crédito no país, viu um espaço para empreender: "O Brasil tem um grande volume de crédito e preços altos. Não existe oportunidade similar no mundo para uma fintech." Sergio Furio, fundador da Creditas, fintech especializada em crédito com garantia Divulgação Em 2012 mudou para São Paulo e montou a Creditas, uma financeira especializada em oferecer crédito com garantia de imóveis ou carros por meio de uma plataforma digital. Até 2015, eram 7 pessoas trabalhando numa salinha. Hoje a Creditas tem 370 funcionários, um escritório na avenida Berrini, centro comercial de São Paulo, e uma carteira de crédito de R$ 300 milhões. Parece muito para quem começou do zero poucos anos atrás. Mas a fatia da Creditas e de todas as novatas no volume de crédito no Brasil é ínfima. Juntas, as fintechts têm menos de 0,3% dos R$ 3,6 trilhões emprestados pelos bancos no país. Os quatro maiores bancos detêm quase 80% desse bolo. Fintechs são aposta do BC para ajudar a reduzir juro bancário Apesar de ainda serem pouco relevantes na oferta de crédito no Brasil, as fintechs, como são chamadas as pequenas empresas (startups) de tecnologia que atuam no setor financeiro, são a aposta do Banco Central para aumentar a concorrência no mercado de crédito e estimular uma queda mais rápida dos juros bancários. Para fomentar o seu avanço no Brasil, o Conselho Monetário Nacional (CMN) deve publicar nesta quinta-feira (26) a regulamentação das atividades das fintechs. "Esperamos que aprovem as licenças mais rápido para as fintechs operarem. É um segmento que precisa de agilidade para inovar", disse Furio, acrescentando que a empresa vai esperar a regulamentação sair para decidir o que fazer. Hoje as fintechs de crédito operam com contratos de correspondente bancário. Com a nova regulamentação, elas poderão ser independentes. 'Puxamos o preço pra baixo' Furio lembra que as fintechs não são uma modinha, mas um fenômeno de longo prazo. Mesmo pequenas, ele entende que elas podem mudar o mercado de crédito, sim. "O que nós fazemos é puxar o preço pra baixo." O executivo explica que as fintechs têm um custo menor do que os grandes bancos, que durante anos investiram na expansão de agências como caminho para ganhar espaço no mercado de crédito. Na visão dele, o cliente hoje entende que uma solução digital amigável traz mais comodidade do que uma agência em cada esquina. "Um dos problemas do spread bancário é o alto custo dos bancos. É uma estrutura ineficiente, criada por um investimento em distribuição. As fintechs não têm esse custo", avalia. Atualmente, a Creditas empresta dinheiro a uma taxa média de 19,42% ao ano. Em agosto do ano passado, cobrava 30,6% ao ano. "Reduzimos o juro com a queda da Selic", afirma. Em fevereiro, os juros médios cobrados pelos bancos nas operações de crédito para as pessoas físicas somaram 57,7% ao ano. Mas há modalidades com custo superior a 300% ao ano, como cheque especial e cartão de crédito. Segundo Furio, as linhas da Creditas podem ser mais baratas porque têm bens como garantias. Os grandes bancos também têm essa modalidade de crédito, mas, na prática, ela é pouco oferecida aos clientes. Outras linhas mais caras, como antecipação de 13º, são mais divulgadas nas agências. Gigante no futuro? A intenção da Creditas é crescer junto com o mercado de crédito com garantia no Brasil. Sua referência é a americana Quicken Loans, uma fintech que se tornou a líder no mercado de hipoteca americano. A companhia emprestou mais de US$ 400 bilhões desde 2013 e hoje tem 17 mil funcionários em Detroit, de acordo com informações do seu site. Furio estima que hoje o empréstimo garantido por imóveis é um mercado entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões no Brasil. Ele espera que a simplificação do processo e a divulgação de que a linha é mais barata do que um empréstimo pessoal tradicional puxem a expansão do segmento. A Creditas também pretende avançar em outros segmentos de crédito, como o financiamento de veículos e imóveis, e até em negócios totalmente novos, como o financiamento de painéis solares. "Vai acontecer. A grande questão é quando", disse. Concorrente ou parceiro? Agência do banco Santander Divulgação Os grandes bancos estão de olho nas fintechs. Quase todos eles têm algum tipo de iniciativa para se aproximar dessas empresas, tanto trazendo elas para dentro de casa em espaços de coworking, como o Cubo, do Itaú, e o InovaBra, do Bradesco, como comprando fatias minoritárias dessas companhias. Neste mês, o fundo global de inovação do Santander anunciou um aporte na Creditas, o primeiro feito em uma empresa brasileira. "Eles são minoritários. Hoje somos concorrentes, mas também podemos explorar parcerias", disse o fundador da empresa.
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26/04 - Pesquisa indica que lojistas do Rio vão vender até 5% a mais no Dia das Mães
Data é a maior data comemorativa do comércio depois do Natal. Pesquisa do Centro de Estudos do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio), que ouviu mais de 500 lojistas da cidade do Rio de Janeiro mostra que 71% dos empresários estimam vender de 3 a 5% a mais no Dia das Mães, a maior data comemorativa do comércio depois do Natal. Segundo a entidade, a pesquisa contou com a participação de empresários dos setores de vestuário, calçados e bolsas, joias e bijuterias, perfumaria e cosméticos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis e telefonia celular. Aldo Gonçalves, presidente do CDLRio, disse que os lojistas estão moderadamente otimistas com as vendas no Dia das Mães e a estimativa de crescimento de 3 a 5% reflete o fraco movimento comercial dos últimos quatro meses e o cenário econômico atual, especialmente no Rio de Janeiro, que fizeram o consumidor perder o poder de compra. "Não podemos esquecer que no ano passado todas as datas comemorativas tiveram resultados negativos. Mas, apesar desse cenário, os comerciantes criaram uma série de estímulos para aumentar as vendas, entre promoções, descontos, sistemas de crédito diferenciados e diversificação de produtos, apostando na segunda data comemorativa mais importante do ano”, explica Aldo. Os lojistas estimam que o preço médio dos presentes por pessoa deve ser de cerca de R$ 100 e que os clientes deverão utilizar o cartão de crédito parcelado como forma de pagamento, seguido de cartão de loja, cheque parcelado, a prazo (crediário), dinheiro e cartão de débito. De acordo com a pesquisa os lojistas acreditam que vestuário, calçados, bolsas e acessórios, joias e bijuterias, perfumaria e produtos de beleza, óculos e celulares devem ser os presentes mais vendidos. A pesquisa do CDLRio mostra que os lojistas optaram pela promoção, propaganda, facilidade de pagamento, descontos no total das compras, sorteio de brindes, kits promocionais e novos produtos. Os empresários dos setores de vestuário e calçado, também acreditam que os lançamentos de novas coleções vai alavancar as vendas, enquanto que no setor de telefonia celular, a aposta está sendo nas promoções. Já os de eletrodoméstico e eletroeletrônico estão investindo em campanhas publicitárias.
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26/04 - Para TCU, vetos de Temer retiram os pontos 'mais preocupantes' do projeto que altera regras dos órgãos de controle
Tribunal de Contas e Ministério Público chegaram a pedir o veto integral do projeto. Para Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil, favorável à proposta, um dos vetos 'matou o projeto'. Os vetos do presidente Michel Temer ao projeto de lei 7.448, que altera regras usadas por órgãos de controle, atendem a 80% do que era pedido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), afirmou o consultor jurídico Odilon Cavallari, porta-voz do tribunal para o assunto. Nesta quarta-feira, Temer sancionou o projeto com vetos, informou o Blog da Andréia Sadi. (ATUALIZAÇÃO: A lei sancionada foi publicada na edição desta quinta-feira (26) do "Diário Oficial da União".) Aprovado no Congresso, o projeto muda a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro. Críticos, como a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, dizem que a proposta incluía "retrocessos" e favorecia a impunidade. TCU e Ministério Público chegaram a pedir o veto integral do projeto. Apoiadores, como o presidente da Escola Nacional de Administração Pública, Francisco Gaetani, afirmam que o projeto dá mais segurança para a tomada de decisões pelos gestores públicos. Segundo Cavallari, o que era "mais preocupante" para o TCU saiu do texto. “O mais grave, o mais preocupante, saiu”, disse. O veto do presidente atende, por exemplo, ao ponto mais questionado pelo TCU, o artigo 25. O artigo permitiria que se solicitasse uma autorização do Judiciário para um ato administrativo, mesmo antes de uma avaliação pelos órgãos de controle. Para o TCU, esse ponto era inconstitucional, por retirar dos tribunais de contas e do Poder Legislativo a competência de verificar a regularidade dos atos, contratos, ajustes, processos e normas da Administração Pública, já que quer levar essa análise para o Judiciário. Segundo Cavallari, na prática, o texto permitiria que o Judiciário analisasse um edital de leilão, por exemplo. O artigo 23, vetado por Temer, exigia que os órgãos de controle, por exemplo, dessem um prazo para que o gestor parasse a conduta considerada ilegal. A parte do artigo 26 vetada pelo presidente permitiria ao poder público perdoar punições aplicadas pelos órgãos de controle mesmo sem fixar contrapartidas, afirmou Cavallari. Segundo ele, o artigo ainda limitava a atuação dos órgãos de controle caso o acordo firmado fosse considerado desvantajoso para os cofres públicos. Nesse caso, o TCU, por exemplo, só poderia punir o agente público que fez o acordo caso fosse verificado um crime ou enriquecimento ilícito. No caso do artigo 28, que diz que o agente público só responderá pessoalmente por suas decisões em caso de erro grosseiro ou dolo, o consultor jurídico do TCU avalia que, ao vetar os parágrafos, o presidente “esvazia” o artigo e reduz os problemas que poderia causar. Para quem defende a proposta, o projeto integral traria mais segurança jurídica e evitaria que o país siga como um “cemitério de obras paradas”. Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (Cbic), José Carlos Martins, o projeto colocaria os órgãos de controle "no devido lugar". Para ele, os tribunais de contas usurparam um papel que não é deles e estão atuando como Justiça. Segundo Martins, ao vetar os parágrafos do artigo 28, o presidente “matou o projeto”. Para ele, os parágrafos garantiam apoio do Estado às decisões dos funcionários – já que obrigavam o governo a dar assistência jurídica aos gestores – e também garantia que nenhum gestor público fosse punido por mudanças de entendimento dos órgãos de controle. “No Brasil até o passado é incerto. O gestor tomou uma decisão baseada em um entendimento, mas se no futuro esse entendimento mudar, ele pode ser punido”, disse. Segundo ele, os gestores têm medo de tomar decisão porque podem ser responsabilizados só porque a visão deles diverge da visão do auditor que está fiscalizando a obra e que isso transforma o Brasil em um "grande cemitério de obras paradas". Principais pontos do projeto Art. 21. A decisão que, na esfera administrativa, controladora ou judicial, decretar a invalidação de ato, contrato, ajuste, processo ou norma administrativa deverá indicar de modo expresso suas consequências jurídicas e administrativas. Contra - Para o TCU, a norma exigirá um “exercício de futurologia por parte do julgador”, que passa a ter uma responsabilidade que não é dele. Para o TCU, é o gestor que deve apresentar as informações relevantes quanto a eventuais consequências indesejáveis de eventual decisão de paralisação da obra, por exemplo. A favor - Para o advogado especialista em privatizações e concessões Fernando Vernalha, a norma resolve um problema de insegurança jurídica. Segundo ele, hoje os órgãos controladores tomam decisões sem avaliar as consequências e muitas vezes essas decisões se mostram onerosas à sociedade. “Essa norma se relaciona com a necessidade de o controlador avaliar os efeitos e as consequências de suas decisões”, avalia o advogado. Art. 22. Na interpretação de normas sobre gestão pública, serão considerados os obstáculos e as dificuldades reais do gestor e as exigências das políticas públicas a seu cargo, sem prejuízo dos direitos dos administrados. Contra - Para a área técnica do TCU, a proposta promove a interpretação casuísta e propões que o alcance e os limites da norma devem ser definidos em cada caso e de acordo com “os obstáculos e as dificuldades reais do gestor e as exigências das políticas públicas a seu cargo”. A favor - Para a Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (Cbic), a mudança permitirá uma avaliação mais realista. A entidade afirma que “em muitos casos as melhores decisões podem não ser aquelas idealmente concebidas pela norma. Os obstáculos e as dificuldades práticas têm de ser consideradas”. [VETADO] Art. 25. Quando necessário por razões de segurança jurídica de interesse geral, o ente poderá propor ação declaratória de validade de ato, contrato, ajuste, processo ou norma administrativa, cuja sentença fará coisa julgada com eficácia erga omnes. § 1º A ação de que trata o caput será processada conforme o rito aplicável à ação civil pública. § 2º O Ministério Público será citado para a ação, podendo abster-se, contestar ou aderir ao pedido. § 3º A declaração de validade poderá abranger a adequação e a economicidade dos preços ou valores previstos no ato, contrato ou ajuste. Contra - O TCU e o MPF consideram a norma inconstitucional, por retirar dos tribunais de contas e do Poder Legislativo a competência de verificar a regularidade dos atos, contratos, ajustes, processos e normas da Administração Pública, já que quer levar essa análise para o Judiciário. Para o TCU, a norma “transforma o Judiciário em órgão de chancela das ações administrativas, inclusive quanto à sua adequação e economicidade dos preços e valores”, permitindo, por exemplo, que o Judiciário aprove um edital de licitação ou um contrato de concessão de uma rodovia. A favor - Segundo Fernando Vernalha, não há nada de inconstitucional na previsão desta norma, muito menos pela alegada subtração de competências dos tribunais de contas para o exercício do controle sobre a regularidade de atos. Segundo ele, “os atos emanados dessas instâncias já são suscetíveis ao controle do Poder Judiciário”. Para ele, o projeto retira o risco de invalidação do contrato de concessão, por exemplo, após a implementação dos investimentos. “Infelizmente alterações e extinções de contratos têm sido determinadas pelos controladores com mais assiduidade do que desejaríamos”. [VETADO] Art. 26., § 2º Poderá ser requerida autorização judicial para celebração do compromisso, em procedimento de jurisdição voluntária, para o fim de excluir a responsabilidade pessoal do agente público por vício do compromisso, salvo por enriquecimento ilícito ou crime. Contra - Para o TCU, essa parte da lei também busca excluir as competências do TCU em avaliar atos administrativos. “Além disso, o dispositivo cria uma espécie de irresponsabilidade do agente público por atos ilícitos administrativos e cíveis, pois autoriza a sua responsabilidade pessoal apenas quando se verificar o enriquecimento ilícito ou crime”. A favor - Para Fernando Vernalha, essa norma contém uma previsão bastante relevante para encorajar a celebração de compromissos visando a eliminação de responsabilização do agente quando não houver crime o enriquecimento ilícito. “Trata-se do caso em que o agente age de boa-fé, mas adota uma interpretação diversa daquela predominante nos órgãos de controle. Sem erro grosseiro ou dolo, e sem portanto enriquecimento ilícito ou ilícito criminal, a responsabilização do agente não deve prosperar”, avalia. Art. 28. O agente público responderá pessoalmente por suas decisões ou opiniões técnicas em caso de dolo ou erro grosseiro. Contra - Para o TCU, a proposta permite que o agente público seja negligente, imprudente e imperito, por exemplo, já que nada lhe acontecerá, pois estará isento de responsabilidade (somente em caso de dolo ou erro grosseiro). A favor - Para Vernalha, o projeto não elimina a hipótese da responsabilização do agente, apenas preserva a atuação do agente de boa-fé. O argumento também é defendido pela Cbic, segundo a entidade, a lei quer proteger o administrador público de boa fé, que trabalha corretamente. “Precisamos restabelecer a autonomia dos gestores de boa-fé e encorajá-los a tomar as melhores decisões. Para isso, eles não podem estar suscetíveis de serem responsabilizados e penalizados apenas porque sua opinião ou sua convicção diverge da interpretação do controlador”, avalia a Cbic.
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26/04 - Anatel arquiva acordo que permitiria à Telefônica trocar multas por investimentos
Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi aprovado em 2016, mas ainda não havia sido assinado. Pelo acordo, a empresa trocaria R$ 2,2 bilhões em multas por investimentos. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decidiu nesta quarta-feira (25) não assinar o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Telefônica. O TAC permitiria à empresa trocar R$ 2,2 bilhões em multas devidas à agência por investimentos. Segundo o presidente da Anatel, Juarez Quadros, a Telefônica não apresentou informações requeridas para cumprir as determinações do Tribunal de Contas da União (TCU) e, por isso, não foi possível assinar o acordo. Em setembro de 2017, o TCU determinou alterações na primeira proposta do TAC da Telefônica, encaminhada ao tribunal pela Anatel. Para a efetivação do acordo, a nova versão teria de passar novamente pela análise do TCU. Com o arquivamento, as multas aplicadas contra a empresa voltam a valer e a Anatel poderá pedir a execução dos débitos. Esse foi o segundo TAC arquivado pela Anatel, que já havia arquivado um termo de ajustamento da Oi após a empresa entrar em recuperação judicial. O presidente da Anatel avaliou, no entanto, que o mecanismo que permite trocar multas por investimentos é bom e que ele espera que os pedidos de outras operadoras prosperem. “Eu entendo que o instituto é bom, tanto que na sequencia tem os TACs em curso, que são os da Tim, do grupo Algar e do grupo Claro. Vamos esperar que esses novos TACs caminhem”, disse. O acordo entre a Anatel e a Telefônica para trocar multas por investimentos havia sido aprovado em outubro de 2016, mas ainda não havia sido assinado.
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26/04 - Lucro da Ecorodovias sobe 50% no 1º trimestre com tráfego maior e reajuste
Resultado líquido do período somou R$ 146,7 milhões, segundo a companhia. Pedágio na BR-050, em Campo Alegre de Goiás Divulgação A Ecorodovias teve aumento de quase 50% do lucro no primeiro trimestre, apoiada no leve crescimento do tráfego nas rodovias administradas pela companhia, reajuste de tarifas de pedágio e menores despesas financeiras. Ecorodovias compra Concessionária de Rodovias Minas Gerais A operadora de concessões de infraestrutura, que no início do ano venceu a concorrência pelo trecho Norte do Rodoanel em São Paulo, disse nesta quarta-feira (25) que seu lucro líquido do período somou R$ 146,7 milhões, 49,6% maior ante mesma etapa de 2017. O lucro líquido contábil, que serve de referência para remuneração aos acionistas, somou R$ 149,65 milhões, aumento de 49,6% na comparação anual. O aumento de 2% do tráfego consolidado nas concessões administradas pela companhia, somado à alta de 3,5% da tarifa média ajudaram a receita líquida pró-forma a atingir R$ 661,6 milhões, alta de 5,7% ano a ano. Já o resultado operacional da companhia medido pelo lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) pro-forma cresceu 10,7% na mesma base, para R$ 490,1 milhões. A margem Ebitda subiu 3,4 pontos percentuais, a 74,1%. Além do melhor desempenho operacional, o resultado financeiro negativo teve redução de 19,5%, a R$ 103,7 milhões, refletindo entre outros fatores o efeito da queda do juro sobre o custo da dívida. A alavancagem financeira medida pela relação entre dívida líquida/Ebitda fechou março em 2,45 vezes, contra 2,69 vezes um ano antes. A empresa criou recentemente um comitê para investigar o envolvimento das unidades Ecovia Caminho do Mar e Ecocataratas em denúncias de pagamento de propina.
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26/04 - Conselho da Eletropaulo aprova cancelamento de oferta primária de ações
Três empresas disputam aquisição da distribuidora paulista. A distribuidora Eletropaulo informou nesta quarta-feira (25) que seu Conselho de Administração aprovou o cancelamento de oferta pública primária de ações ordinárias (OPA). O objetivo é promover uma "melhor evolução de competitividade entre ofertas públicas para aquisição de ações" da companhia, segundo fato relevante. Mais cedo, a elétrica Enel aumentou a oferta de preço para aquisição da distribuidora paulista em oferta pública para R$ 32 por ação, mas exigiu que a companhia cancelasse a OPA que está em curso, em meio a uma disputa com a Neoenergia e Energisa. Anteriormente, a italiana Enel havia oferecido R$ 28 para comprar até a totalidade das ações da Eletropaulo, além de um aporte de R$ 1,5 bilhão que seria feito na companhia, nas mesmas condições da oferta em preparação pela distribuidora. Disputa pela Eletropaulo A concorrência pela compra da distribuidora começou no final de março, quando a Enel apresentou uma proposta à Eletropaulo para participar de uma oferta pública de ações em preparação pela empresa. Os valores não foram divulgados na época. Pouco depois, em 5 de abril, a Energisa divulgou uma oferta pública de aquisição do controle da companhia por R$ 19,38 por ação. Em meio à briga pela empresa, os papéis da Eletropaulo alcançaram uma alta de mais de 55% frente ao preço visto antes do início das ofertas pela empresa. A Eletropaulo vinha comunicando que a norte-americana AES poderia vender sua fatia na empresa, onde é a principal acionista junto ao braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDESPar).
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25/04 - Lucro do Facebook cresce 63% no 1º trimestre e atinge US$ 5 bilhões
Mark Zuckerberg ressaltou que número de usuários continua crescendo apesar de a empresa enfrentar 'desafios importantes'. Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, durante conferência de desenvolvedores da rede social. Stephen Lam/Reuters O Facebook lucrou US$ 4,99 bilhões no primeiro trimestre de 2018, uma alta de 63% em relação ao mesmo período de 2017. O resultado veio acima do esperado pelo mercado e mostrou que o a crise de imagem da rede social não afetou o seu desempenho financeiro. O escândalo Cambridge Analytica, que afetou até 87 milhões de usuários, gerou pedidos de regulamentação e que os usuários deixassem da rede social, mas não houve sinal de que os anunciantes se importaram. "Apesar de enfrentar desafios importantes, nossa comunidade continua crescendo. Mais de 2,2 bilhões de pessoas usam o Facebook todos os meses e mais de 1,4 bilhão de pessoas o utilizam diariamente", disse o presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, em seu perfil na rede social após a divulgação do balanço financeiro da empresa. Zuckerberg prestou depoimento ao Congresso americano para explicar, entre outras questões, como a rede social reagiu ao vazamento de dados de usuários. Mark Zuckerberg fala a senadores americanos sobre como Facebook usa dados REUTERS/Win Mcnamee/Pool Mais anúncios e usuários A receita da empresa com publicidade no período somou US$ 11,795 bilhões, uma alta de 50% em relação ao primeiro trimestre de 2017. Incluindo os pagamentos e outros negócios secundários, a receita total do Facebook somou R$ 11,966 bilhões, alta de 49%. "Todo mundo continua falando sobre como as coisas estão ruins para o Facebook, mas este relatório de receita para mim é muito positivo e reitera que o Facebook está bem, e eles vão superar isso", disse à Reuters o executivo Daniel Morgan, gerente de portfólio da Synovus Trust Company. A empresa de Morgan detém cerca de 73.000 ações no Facebook. O número de usuários ativos por mês no Facebook cresceu 13% na comparação anual, para 2,2 bilhões. *Com Reuters Initial plugin text
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25/04 - Vale tem lucro líquido 35% menor no 1º trimestre, de R$ 5,1 bilhões
Com resultado, companhia informou que vai pagar o valor mínimo de US$ 1,033 bilhão em dividendos para os acionistas em setembro. A mineradora Vale divulgou lucro líquido de R$ 5,1 bilhões no primeiro trimestre de 2018, de acordo com balanço divulgado pela companhia nesta quarta-feira (25). O resultado representa uma queda de 35% em relação ao mesmo trimestre do ano passado, quando lucrou R$ 7,89 bilhões. O lucro da empresa cresceu 101,8% na comparação com o quarto trimestre do ano passado, quando a empresa lucrou R$ 2,5 bilhões. A companhia atribuiu o resultado, principalmente, à menor variação do câmbio e aos menores impairments (reavaliação do valor de ativos) de operações continuadas e descontinuadas, que foram parcialmente compensados por um aumento no imposto diferido. A receita líquida caiu para R$ 27,9 bilhões no primeiro trimestre, uma redução de R$ 1,9 bilhão em comparação ao trimestre anterior. Segundo a empresa, aos menores volumes de venda foram parcialmente compensados pelos maiores preços. Dívida menor Mesmo com o pagamento de US$ 1,4 bilhão em dividendos aos acionistas, a dívida líquida diminuiu 17,8%, para US$ 14,9 bilhões em 31 de março de 2018, uma redução de US$ 3,2 bilhões em relação a 31 de dezembro de 2017. É o menor nível desde po segundo trimestre de 2011, segundo a empresa. A Vale prevê reduzir sua dívida líquida para US$ 10 bilhões até 2019. Nova política de dividendos Segundo a companhia, os resultados do primeiro trimestre indicam um pagamento mínimo da remuneração aos acionistas de US$ 1,033 bilhão, o qual será aumentado para o pagamento em setembro de 2018", informou a companhia. A Vale anunciou no dia 29 de março uma nova política de dividendos que consiste em dois pagamentos semestrais, o primeiro em setembro do ano corrente e a segunda em março do ano subsequente. A mudança entrará em vigor a partir dos resultados do primeiro semestre de 2018. Posicionamento de mercado Em comunicado para divulgar os resultados, o presidente da Vale, Favio Schvartsman, afirmou estar comprometido em transformar a mineradora em uma empresa "mais previsível", para que o mercado possa facilmente prever seu desempenho em qualquer cenário de preços. "Isso só será possível se tivermos total controle de tudo que não seja preços, o que significa que teremos uma política de alocação de capital muito rigorosa, um foco constante em desempenho e esforços contínuos de otimização de custos”, disse. Resultado em 2017 A Vale registrou lucro líquido de R$ 17,6 bilhões em 2017. O resultado representa uma alta de 32,4% frente ao ano anterior, quando a mineradora teve ganhos de R$ 13,3 bilhões. Trata-se do melhor resultado anual desde 2011.
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25/04 - Viracopos tem redução em nota geral, mas volta a ser eleito melhor aeroporto do país por passageiros; veja indicadores
Terminal em Campinas recebeu nota 4,63 na escala que vai de 1 a 5, em pesquisa da SAC. Passageiros no terminal, em Campinas Aeroportos Brasil Viracopos O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), voltou a ser eleito melhor terminal do país pelos passageiros, segundo pesquisa de satisfação divulgada nesta quarta-feira (25) pela Secretaria de Aviação Civil. A estrutura teve 4,63 de nota geral, em escala que vai de 1 a 5, para o desempenho de janeiro a março, a terceira redução seguida desde o segundo trimestre de 2017. Esta é a sétima vez que Viracopos alcança a primeira colocação no ranking. Antes desta pesquisa, o terminal havia conquistado o posto no terceiro trimestre de 2017, quando recebeu nota 4,78. A média geral dos 20 aeroportos avaliados na pesquisa ficou em 4,30, ante 4,35 no último trimestre do ano passado. Ao todo, foram entrevistados neste levantamento 19,4 mil usuários, entre eles, 14,1 mil de voos domésticos e 5,1 mil passageiros de viagens internacionais, informou a SAC. Veja, abaixo, variações de 37 indicadores avaliados por passageiros em Viracopos: Indicadores avaliados no Aeroporto de Viracopos Investimentos Em nota, o diretor-presidente de Viracopos, Gustavo Müssnich, disse considerar que a retomada da primeira colocação reflete esforços da equipe em busca de excelência nos serviços do aeroporto. "Estes prêmios demonstram que Viracopos se empenha em melhorar cada vez mais os serviços oferecidos aos clientes", diz trecho. No texto, ele também lembrou que o terminal foi eleito o melhor aeroporto de carga do mundo, segundo a Air Cargo World, publicação especializada no setor. O terminal ficou no 1ª lugar na categoria de até 400 mil toneladas movimentadas por ano. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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25/04 - Latam terá plano de cancelamento de voos até 2 de maio devido à greve no Chile
Previsão anterior era ajustar voos até 28 de abril; greve no Chile chega ao 16º dia e já levou ao cancelamento de quase 2 mil voos, afetando cerca de 350 mil passageiros. A LAN Express, subsidiária da empresa aérea Latam, disse nesta quarta-feira (25) que vai estender até 2 de maio um plano de cancelamento ou reprogramação de voos no Chile e em outros destinos sul-americanos devido a uma greve de comissários. A unidade da Latam responsável pelos voos que partem do Chile já havia ajustado os itinerários de voo até 28 de abril, mas estendeu as mudanças em mais quatro dias, à medida que a companhia e os empregados que exigem melhorias no contrato seguem divididos. Voo Galeão-Lima será operado em aeronaves Airbus A319 Latam/Divulgação A paralisação agora está em seu 16º dia, resultando no cancelamento de quase 2 mil voos e afetando cerca de 350 mil passageiros. A Latam se desculpou pelo inconveniente causado aos passageiros em um comunicado nesta quarta-feira. A companhia aérea foi criada em 2012 por meio da fusão da chilena LAN com a brasileira TAM. O grupo, sediado em Santiago, tem unidades operacionais na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai e Peru.
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25/04 - Enel aumenta oferta pela  Eletropaulo, mas exige que empresa cancele emissão de ações
Enel aumentou oferta de R$ 28 para R$ 32 por ação; venda da Eletropaulo é disputada por 3 empresas de energia. Conta de luz da Eletropaulo TV Globo/Reprodução A elétrica Enel anunciou nesta quarta-feira (25) aumento de preço para aquisição da distribuidora paulista Eletropaulo em oferta pública para R$ 32 por ação, de acordo com fato relevante divulgado pela empresa. Em meio a uma disputa com a Neoenergia e Energisa pela Eletropaulo, a Enel afirmou ainda que não continuará a participar de processo para aquisição da Eletropaulo a menos que a distribuidora anuncie o cancelamento de uma oferta pública que está em curso. Anteriormente, a italiana Enel havia oferecido R$ 28 para comprar até a totalidade das ações da Eletropaulo, além de um aporte de R$ 1,5 bilhão que seria feito na companhia, nas mesmas condições da oferta em preparação pela distribuidora. Disputa pela Eletropaulo A Eletropaulo vinha comunicando que a norte-americana AES poderia vender sua fatia na empresa, onde é a principal acionista junto ao braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDESPar). A concorrência pela compra da distribuidora, responsável pelo fornecimento na região metropolitana de São Paulo, começou no final de março, quando a própria Enel apresentou uma proposta à Eletropaulo para participar de uma oferta pública de ações em preparação pela empresa. Os valores da oferta não foram divulgados na época. Depois disso, a empresa recebeu uma série de ofertas de Enel, Neoenergia e Energisa. A CVM determinou que as empresas interessadas pela companhia façam suas ofertas no mesmo dia e agendou um leilão para 18 de maio.
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